Processos artísticos no centro
A versão de 2026 articula criação, fruição, experimentação e conhecimento estético nas três linguagens do Laboratório de Arte.
8.1 Concepção de Arte
Entende-se Arte51 como resultado do trabalho humano, livre e criador, que revela concepções de mundo, posições éticas, estéticas, valores culturais, históricos e sociais. Neste sentido, a Arte possibilita um modo diferente de compreender a realidade, viabilizando dessa forma, a apreensão dos significados dos objetos artísticos, assim como também, é um meio do sujeito retornar ao coletivo e manifestar a experiência daquilo que seu tempo histórico e suas condições sociais e materiais permitem. Por meio da Arte, o homem entende sua função social e torna-se consciente de sua existência como ser social.
Conforme apontam Peixoto (2003), Fischer (2007), Brito (2003), Denardi (2007) e Canclini (1984), a função social da Arte sofre transformações históricas e, sob a égide do capitalismo, passa a submeter-se às lógicas de mercado e consumo. Essa dinâmica se manifesta tanto na Arte de elite pautada no conceito de "Arte pela Arte", quanto na Arte voltada às massas, gerada pela indústria cultural. Nesse cenário socioeconômico, o trabalhador é convertido em mera força de trabalho, compelido a uma rotina produtiva célere e repetitiva. Esse processo mecanizado consolida a alienação e a exploração laboral, transformando o próprio indivíduo e sua capacidade produtiva em mercadorias reguladas pelo mercado, o que culmina no esvaziamento de sua sensibilidade humana. Privado do acesso à produção artística autêntica, a essa classe trabalhadora resta apenas o consumo dos produtos massificados da indústria cultural.
Entretanto, coexiste nesse mesmo contexto a Arte que humaniza, que possibilita a emancipação dos indivíduos, sendo que sua função baseia-se na educação estética, ou seja, na humanização dos sentidos, pautada na representação e na satisfação das necessidades humanas e sociais. É relevante considerar que o artista, mesmo integrado a esse sistema, percorre caminhos em busca de uma “Arte autêntica”. Nessa perspectiva, o artista é visto como um trabalhador da cultura e, assim sendo, também está comprometido com a produção de uma Arte histórica, social, que possibilita a intensificação da consciência e da autoconsciência, a humanização e a aproximação com a realidade.
Para compreender a obra de Arte como realidade humana, seus significados e sua importância, para decifrá-la e/ou interpretá-la, são necessários o aprendizado e a apropriação de códigos estéticos para que se reconheçam a obra de Arte como tal e as relações que ela estabelece com o contexto social, cultural, histórico e a significância de apropriá-la no ambiente escolar. A Arte nos anos iniciais é tão significativa quanto a alfabetização pois, a Arte nos desafia a possibilitar às crianças os códigos para a leitura das linguagens, assim como, a alfabetização nos desafia a entender o processo de aquisição dos códigos da leitura e escrita. Compreendemos que alfabetizar significa se aprofundar no universo conceitual, permitindo às crianças a elaboração de processos mentais, possibilitando ainda transformação e oportunidades de se tornarem sujeitos ativos e críticos na sociedade (Muller, 2023, pg.24).
Assim sendo, a Arte também vai além do saber ler e escrever, nos possibilita a entender o que está implícito tanto nas palavras como nas imagens, nas letras das músicas, no texto de um teatro e nos movimentos e expressões de outra linguagem, possibilitando o acesso aos bens culturais e à criação/fruição da Arte, promovendo a função emancipadora e humanizadora, conduzindo os alunos a participação diária pelo incentivo que o acesso as políticas na EITI promovem.
A resolução CNE/CEB Nº 7, de 1º de agosto de 2025 Institui as Diretrizes Operacionais Nacionais para a Educação Integral em Tempo Integral na Educação Básica, na seção IV,em seu artigo 15 determina que: “A implementação da Educação Integral em Tempo Integral deve assegurar coerência sistêmica entre currículo, práticas pedagógicas e avaliação da aprendizagem e do desenvolvimento pleno, promovendo todas as suas dimensões: cognitiva, social, cultural, emocional, física e o pleno exercício dos direitos de aprendizagem dos educando”. Ainda no parágrafo 1º, estabelece que: “A coerência sistêmica de que trata o caput deve observar a integração das diferentes dimensões do desenvolvimento em experiências de aprendizagem que articulem os diferentes campos do conhecimento e as diferentes linguagens e formas de expressão para promover o desenvolvimento da autonomia, da empatia, da criatividade, da consciência crítica e da convivência democrática”.
Neste sentido, enfatiza-se que a escola promova aos alunos o acesso a Arte e a educação estética, levando-os a usufruir os bens culturais produzidos e acumulados historicamente pela humanidade em seus diferentes grupos sociais, pois a Arte passa a agir/interferir na vida dos sujeitos, humanizando-os. Dessa forma, o ensino da Arte na EITI, tem a finalidade de apropriação do conhecimento estético pelos alunos, compreendendo-o dentro de um contexto sociohistórico. Mais do que refletir a realidade, a experiência estética permite transformar o real e gera novas possibilidades de percepção sobre o mundo, o outro e a si próprio.
Sendo assim, os conteúdos devem ser abordados de modo reflexivo e articulados ao contexto histórico, social e cultural mais amplo, para que se esclareçam as determinantes sociais, econômicas e políticas de cada época, uma vez que conhecer Arte vai muito além do domínio de técnicas, de repetir fatos e conhecer biografias de artistas. Dessa forma, se assegura a função humanizadora e emancipadora da Arte.
1 Para um maior aprofundamento sobre a concepção de arte, consultar o componente curricular de Arte no Currículo para Rede Pública de Ensino de Cascavel- Volume I e II (Cascavel, 2020).
8.2 Objetivo geral
O trabalho pedagógico no Laboratório de Arte, alinhado à perspectiva da Educação Integral em Tempo Integral, visa expandir o tempo e o espaço de aprendizagem por meio de vivências estéticas nas Artes Visuais, Música e Teatro. Mais do que aprofundar o conhecimento artístico, a proposta busca desenvolver a sensibilidade, o senso crítico e o protagonismo do aluno, permitindo que ele compreenda e transforme sua realidade. Dessa forma, as linguagens artísticas atuam de maneira integrada às demais áreas do saber, consolidando as bases para uma formação humana integral e omnilateral.
8.3 Encaminhamentos metodológicos
Processos artísticos e objeto de estudo da Arte
A produção de um objeto artístico envolve experienciar tempos, espaços, materiais, pensamentos e acontecimentos, ou seja, resulta de um processo artístico, único em cada experiência. Considerando essa singularidade da criação em Arte, este documento orientador para os Laboratórios de Arte, traz os processos artísticos como cerne para o processo de ensino e de aprendizagem. Assim, os processos artísticos referem-se à prática educativa, às vivências e às experiências com as diferentes linguagens da Arte: Artes Visuais, Música e Teatro, sendo que, por meio deles é possível promover o desenvolvimento da sensibilidade estética e do pensamento reflexivo, do olhar sensível e crítico, e compreender a produção artística como produto das relações socioculturais. De acordo com o Currículo para Rede Pública de Ensino de Cascavel (Cascavel, 2020a; 2020b), é por meio de processos e vivências artísticas que a sensibilidade estética, a percepção e o pensamento reflexivo se ampliam.
Nesse sentido, na EITI, entende-se que, experimentar e vivenciar processos artísticos, fruir e investigar linguagens e técnicas da Arte são fundamentais para o aprofundamento nas linguagens específicas e para a construção de uma poética pessoal, tanto para o aluno como para o professor, que atua como mediador e propositor de um ensino de Arte intencional. Desta forma, os processos e experiências artísticas constituem-se em espaços e tempos ricos em possibilidades expressivas, em que os conhecimentos e vivências em Arte são compartilhados.
As práticas pedagógicas na EITI, podem ocorrer de diferentes formas a depender da organização da Instituição de Ensino, tanto no que se refere ao espaço físico, quanto ao recursos humanos. Ressaltamos que para o trabalho com a Educação Infantil as “ações de ensino com os conteúdos da Arte articulam-se com as formas apropriadas considerando o tempo, o espaço e os materiais que serão utilizados, resguardados as especificidades de cada período do desenvolvimento infantil.” (Buss; Lima; Rocha; 2024, p. 59).
Para essa Diretriz, apresenta-se como possibilidade de trabalho, o Laboratório de Arte, onde serão trabalhados a contextualização cultural, a criação artística e a fruição estética, de maneira que o professor precisa contemplar ações de apreciação, orientação, criação livre e propor situações de colaboração, bem como lúdicas. Tendo em vista as especificidades do objeto de estudo geral da Arte: O conhecimento estético e o conhecimento da produção artística assim como dos objetos de estudo de cada uma das três linguagem que serão trabalhadas no Laboratório de Arte. Destaca-se que o objeto de estudo da linguagem Artes Visuais é a imagem; da Música, é o som e do Teatro, é a representação; portanto, durante o trabalho pedagógico, não se pode perder de vista, esses objetos.
A Arte é, conforme a educadora Lúcia Pimentel (2015):
[ ...] um conhecimento sensível, que coordena ações e emoções; é um modo de pensar, chegar a criações inusitadas e estéticas, propor novas formas de ver o mundo e apresentá-lo com registros diferenciados. É uma construção humana que envolve relações com os contextos cultural, socioeconômico, histórico e político. É a experiência dos sujeitos que se faz coletiva (Pimentel, 2015, 97).
Nesse sentido, o trabalhado no Laboratório de Arte da EITI, vai muito além do domínio de técnicas, da abordagem dos movimentos artísticos em sequência cronológica e de conhecer biografias de artistas. Como podemos ver na imagem a seguir, os processos artísticos são o ponto de partida e de chegada a serem atingidos, seja nas linguagens: Artes Visuais, no Teatro e/ou na Música.

Fonte: Figura elaborada pelo Grupo de Trabalho — Arte.
8.3.1 Artes Visuais
O trabalho educativo com as Artes Visuais na EITI, tem como foco, proporcionar a vivência de processos criativos e experimentações partindo do processo de criação do Desenho e da Escultura e suas técnicas. A intenção é que o aluno experimente diversos instrumentos e suportes de desenho, para além do lápis e papel, diversos materiais e modos para compor uma escultura e dessa forma, se apropriar dos conteúdos científicos da linguagem.
Para o Desenho é preciso articular os elementos formais e os diferentes modos de compor, assim como suas técnicas. Propor pesquisas gráficas e explorar os suportes e instrumentos utilizados para desenhar, desenvolvendo no aluno o prazer de rabiscar e de se afirmar. Deste modo, é necessário utilizar diversos instrumentos riscantes (lápis grafite, lápis de cor, carvão, giz de cera e giz de quadro, canetas esferográficas e canetinhas, pincéis e pincéis artesanais confeccionados com elementos da natureza), tintas, barbante (com barbante realizar trabalhos de artesanato, partindo da ideia de trabalhar linhas e formas) diferentes suportes, como: papel sulfite, papelão, papel kraft, chapa de madeira, muros e chão. Também é necessário (re)planejar o espaço físico proporcionado para a criança desenhar, além de utilizar materiais riscantes, barbantes, fitas, a fim de promover inúmeras situações espaciais e corporais como desenhar em muros, no chão, na quadra de esportes, na lousa; uma vez que a exploração espacial, favorece a ampliação da percepção visual e espacial do aluno.
Na figura 2 “Watercolor 70 Borboleta” do artista Maurits Cornelis Escher, os desenhos de mosaicos apresentam graficamente conceitos como simetria, infinito e perspectiva. Representando uma obra de arte bidimensional, desenho, pintura, impressão ou criação semelhante. Na figura 3, o artista realizou o desenho com linhas e contrastes, para criar o desenho com texturas, dimensão e sombras. É uma obra de arte bidimensional, que explora conteúdos como: ponto, linha, forma, volume, luz, sombra, perspectiva e plano.
Para ampliar a observação do aluno em relação ao Desenho o e ao mundo ao redor, podemos desenvolver propostas de observação nos espaços abertos da Instituição de Ensino e seu entorno, isto é, sair da sala de aula para vivenciar experiências de observação. Dar uma volta ao redor da instituição e observar as fachadas das casas, portas, janelas (o professor poderá fotografar para que as crianças visualizem novamente em sala para desenhar), e assim, compará-las com obras de arte como as casas que constam na obra “O mamoeiro” de Tarsila do Amaral e “Grande fachada festiva” de Alfredo Volpi.
Podemos partir para outras propostas, por exemplo, ao olhar para uma árvore, o aluno perceberá que sua estrutura é linear, ao olhar a folha de uma planta perceberá que é formada pelos elementos do desenho, deste modo, o trabalho do professor se torna significativo quando enfatiza a observação dos elementos constituintes deste meio expressivo.
Dessa forma, podemos explorar texturas gráficas e visuais, utilizando a técnica da frotagem, pontilhismo, manchas, sombras e incisões. Como a ênfase no Laboratório de Arte são os processos artísticos, podemos ampliar as possibilidades criativas dos alunos, explorando diferentes técnicas artísticas.
No que se refere ao desenho, é possível desenvolver ainda, propostas que extrapolem a representação do objeto escolhido e foquem na experimentação e percepção, desenvolvendo assim, a técnica do desenho de observação. Em uma obra de arte como “Quarto em Arles”, podemos propor que os alunos observem e desenhem a cadeira que está mais visível na obra.
O professor também pode encaminhar uma proposta em que os alunos poderão envolver o desenho e a simetria no qual há um olhar mais claro sobre o desenho e seus elementos. Outra proposta é que a medida que os alunos forem desenvolvendo a técnica de desenho, eles criem ações de movimento, fazendo uso do desenho de repetições, linhas, formas e cores, contrastantes para criar trabalhos de arte visualmente impactantes e dinâmicos, como os de ilusão de ótica.
No Laboratório de Artes Visuais, recomenda-se alternar propostas de Desenho e de Escultura e, por meio dessas duas práticas, trabalhar os conteúdos da linguagem: ponto, linha, forma, cor, textura, plano, volume e luz. A escultura é uma das formas de expressão artística mais antigas, tendo sido desenvolvida em diversos contextos e regiões do mundo, desde a pré-história. O que a caracteriza é a articulação entre três dimensões: altura, largura e profundidade. Podem ser utilizadas diferentes técnicas para a produção de esculturas como as clássicas, que consistem em esculpir, moldar, cinzelar um material para criar uma forma com volume, ou ainda, é possível explorar a tridimensionalidade com técnicas contemporâneas.
O estudo dos processos artísticos de escultores, pode revelar inúmeras alternativas para os alunos realizarem as atividades. Visando desenvolver propostas artísticas com a modelagem em argila, sugerimos o estudo do processo criador do escultor Antônio Poteiro. Este artista é considerado uma referência em escultura, pois já produziu cerâmicas utilitárias e pequenos bonecos/personagens de argila. Ressalta-se que este artista, além de escultor, é um dos mais representativos criadores da Art Naif. Outro artista de destaque é o Mestre Vitalino (figura 17), renomado escultor, considerado um dos maiores artistas da História da arte do barro no Brasil. Sua obra é reconhecida por retratar o folclore do povo nordestino. O processo criador desses artistas oferece uma fonte de inspiração e aprendizado para os alunos.
Para trabalhar fora do plano do papel e da tela, isto é, desenhar no espaço e explorar o tridimensional, o professor pode partir do estudo dos processos artísticos dos artistas visuais contemporâneos, conforme consta na figura abaixo 18,19 e 20. A partir da obra, o professor poderá utilizar balões cheios, cola e barbante. Os alunos desenham com barbante nos objetos e nos espaços físicos da escola e experimentam situações inusitadas, para tanto é indicada a proposição de exercícios e investigação de materiais alternativos para a produção de trabalhos.
Outra proposta é realizar atividades individuais, coletivas e colaborativas, explorando diferentes espaços da Instituição de Ensino, resultando dessa forma, em um trabalho de “Instalação”, conforme observado nas figuras acima.
As experiências artísticas para além do plano pictórico/bidimensional, são fundamentais para que o aluno compreenda a tridimensionalidade, portanto, é necessário explorar o próprio espaço vivido, ou seja, aquele que nosso corpo ocupa.
Para realizar outras propostas, o professor pode ter como referência o processo artístico do escultor Amilcar de Castro, um dos representantes do Neoconcretismo brasileiro. Suas esculturas exibem formas simplificadas e ênfase linhas e formas. As obras interagem com o espaço físico ao redor e são produzidas principalmente com alumínio, cobre e ferro. Para trabalhar com os alunos, sugere-se, papelão, nos formatos retangulares, quadrados e/ou circulares, e na sequência dobrando-os ou cortando-os, as crianças conseguirão produzir objetos tridimensionais, com formas geométricas, como vemos nas imagens acima. (figuras 21 e 22 ).
Na obra de Arte Contemporânea, é relevante destacar, de acordo com Prates (2016), que essa produção apresenta combinações dinâmicas de materiais, procedimentos, conceitos e assuntos que desafiam as concepções tradicionais e definições simplistas. Possibilitar o contato com diferentes modos de fazer Arte, amplia o conhecimento de outras formas de entender e organizar a vida cotidiana, e promove a descoberta de maneiras de perceber o contemporâneo. Nesse sentido, ao aproximar os alunos da Arte Contemporânea, os professores podem promover experiências surpreendentes, a partir de diferentes materialidades, ampliando portanto, o repertório dos alunos.
Tomamos como referência para uma vivência artística, a produção da artista japonesa Yayoi Kusama. Suas obras são em geral compostas por padrões que se repetem e ficaram conhecidas por apresentar inúmeros pontinhos-bolinhas. A instalação “A Sala de Obliteração" (Fig. 24) consiste em uma sala inteira branca, de paredes, chão e teto brancos, inteiramente ocupada por móveis e objetos brancos, que reconstituem um ambiente doméstico.
Quando o visitante chega ao espaço, ele encontra disponível uma cartela de adesivos de bolinhas coloridas de tamanhos diferentes, desenvolvidos conforme as solicitações da artista. O público é convidado a colar os adesivos pela sala, em qualquer lugar. Com o passar dos dias, a sala é preenchida por pontos de cor, que vão cobrindo-a à medida que recebe os visitantes. É uma instalação participativa que convida o público, especialmente os alunos, a experimentar e interagir com a obra de arte. Tal instalação foi criada pela artista em 2002 e desde então, já foi instalada nas mais diversas instituições do mundo.
A partir desse trabalho artístico, o professor pode verificar a viabilidade de produzir com os alunos, uma instalação em algum espaço escolar, utilizando papéis recortados, tintas e pincéis ou materiais alternativos. No caso de não ter espaço disponível na instituição, sugere-se realizar a instalação em caixas como se fossem um ambiente no qual os alunos poderão realizar a atividade como citada acima, porém num “mini espaço”, de forma colaborativa, envolvendo todas os alunos.
8.3.1.1 Organização dos Conteúdos e Objetivos de Aprendizagem - Artes Visuais
Quanto à organização das tabelas, salientamos que os conteúdos listados, estão em conformidade com o Currículo para Rede Pública de Ensino de Cascavel - volume I e II (Cascavel, 2020a, 2020b), contudo, diferente do período regular, foram definidos o Desenho e a Escultura para serem o ponto de partida para os conteúdos a serem trabalhados. Em cada tabela estão contemplados conteúdos do Infantil 4 e 5 e do 1º, 2º, 3º, 4º e 5º ano, dos anos iniciais do ensino fundamental. (OBS: Tabelas/conteúdos em anexo).
Considerando os conteúdos listados nas tabelas e a diversidade de artistas brasileiros e internacionais, sugere-se o estudo dos processos artísticos dos artistas mencionados na sequência. Destacamos que os artistas referenciados são apresentados como pontos de partida para o professor, e que o mesmo tem autonomia para pesquisar e investigar outras obras de Arte e assim, acrescentá-las em seu plano de ensino.
Para trabalhar com as vanguardas artísticas e com a frotagem, sugere-se o estudo da produção de Picasso, Mondrian, Max Ernst e Carla Zaccagnini.
Para explorar o grafite e o pontilhismo, sugere-se o estudo da produção dos artistas Kobra, Os Gêmeos, Ariel Fietz, Vick Muniz, bem como George Seurat, Monet.
Para exemplificar a construção do livro de artista, sugere-se explorar a produção da artista Edith Derdyk e de Mira Schendel.
Para desenvolver propostas de desenho no espaço, sugere-se o estudo da produção dos artistas Jesus Rafael Soto, Gego, Edith Derdyk, Regina Silveira e outras produções artísticas contemporâneas.
Para a escultura em argila, sugere-se o estudo de Antônio Poteiro, Mestre Vitalino e Francisco Brennand.
Para escultura moderna e contemporânea, sugere-se o estudo de Victor Brecheret, Amilcar de Castro, Maria Martins, Constantin Brancusi, Alexander Calder, Lygia Clark, Alberto Giacometti, Fernando Botero e Ron Mueck e Dirceu Rosa.
Para conhecer e compreender a instalação, sugere-se o estudo da produção de Yayoi Kusama, Ernesto Neto, Cildo Meireles entre outros.
Para explorar a técnica mista de fotografia e desenho, sugere-se o estudo das obras de Ben Heine, Nicolas V. Sanche e Sebastião Salgado.

Fonte: pt.wahooart.com

Fonte: exame.com/casual/a-arte-da-ilusao-de-escher
Infantil IV
Elementos Formais
- Ponto
- Linha
- Forma
- Cor
- Plano
- Textura
- Volume
- Luz
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Bidimensional: técnicas artísticas — desenho, pintura e colagem.
- Desenho gestual.
- Desenho de imaginação / escrita imaginária.
- Tridimensional: técnicas artísticas — modelagem e dobradura.
- Materialidades: suportes, materiais e instrumentos de criação no desenho e na escultura.
- Composição: simetria x assimetria, repetição, proporção.
- Artesanato.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Gêneros e estilos artísticos da produção artística ocidental.
- Produção artística de diferentes matrizes: indígenas e africanas.
Objetivos de Aprendizagem
- (CVEL.EI04AR01) Conhecer obras de arte de artistas locais, regionais e nacionais, visualizando seus elementos: forma, espaço, cor, textura, linhas, ponto.
- (PR.EI04AR01) Conhecer e apreciar artesanato e obras de Artes de diferentes técnicas, movimentos, épocas, estilos e culturas.
- (PR.EI04AR03) Explorar materiais como argila, barro, massinha de modelar, com variadas intenções de criação.
- (PR.EI04AR04) Manusear diferentes riscadores em suportes e planos variados e registrar suas ideias.
- (EI03TS02) Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais.
- (CVEL.EI04AR02) Criar com jogos de encaixe e de construção, explorando cores, formas e texturas, desenhando, construindo e identificando produções bidimensionais e tridimensionais.
- (CVEL.EI04AR03) Compreender possibilidades de representação visual bidimensional e tridimensional, utilizando materiais diversos: caixas, tecidos, tampinhas, gravetos, pedrinhas, lápis de cor, giz de cera, papéis, entre outros.
- (PR.EI04AR06) Criar desenhos, pinturas, colagens e modelagens, utilizando elementos da linguagem das Artes Visuais: ponto, linha, cor, forma, espaço e textura.
- (PR.EI04AR07) Conhecer e apreciar produções artísticas de sua cultura ou de outras culturas regionais, nacionais ou internacionais.
Infantil V
Elementos Formais
- Ponto
- Linha
- Forma
- Cor
- Plano
- Textura
- Volume
- Luz
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Bidimensional: técnicas artísticas — desenho, pintura e colagem.
- Desenho gestual.
- Desenho de imaginação / escrita imaginária.
- Tridimensional: técnicas artísticas — modelagem e dobradura.
- Materialidades: suportes, materiais e instrumentos de criação no desenho e na escultura.
- Composição: simetria x assimetria, repetição, proporção.
- Representação gráfica da figura humana.
- Artesanato.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Gêneros: figura humana. Estilos artísticos da produção artística ocidental.
- Produção artística de diferentes matrizes: indígenas e africanas.
Objetivos de Aprendizagem
- (CVEL.EI04AR01) Conhecer obras de arte de artistas locais, regionais e nacionais, visualizando seus elementos: forma, espaço, cor, textura, linhas, ponto.
- (CVEL.EI05AR02) Conhecer e apreciar obras de arte de diferentes técnicas, movimentos, épocas, estilos e culturas.
- (CVEL.EI05AR03) Distinguir materiais como argila, barro, massinha de modelar e outros, com variadas intenções de criação; modelar diferentes formas, de diferentes tamanhos e pesos.
- (PR.EI05AR01) Manipular objetos pequenos, construir brinquedos ou jogos com instrumentos como palitos, rolos e pequenas espátulas nas suas produções, com cada vez mais destreza.
- (CVEL.EI05AR04) Pintar, desenhar, rabiscar, folhear, modelar, construir e colar utilizando diferentes recursos; criar desenhos, pinturas, colagens e modelagem.
- (PR.EI05AR02) Manusear diferentes riscadores em suportes e planos variados para perceber suas diferenças e registrar suas ideias.
- (PR.EI05AR04) Executar atividades manuais utilizando recursos variados: linha, lã, canudinho, argola e outros.
- (PR.EI05AR05) Criar, desenhar, construir e identificar produções bidimensionais e tridimensionais.
- (PR.EI05AR06) Conhecer e apreciar produções artísticas de sua cultura ou de outras culturas regionais, nacionais ou internacionais.
- (PR.EI05AR07) Criar jogos de encaixe e de construção, explorando cores, formas e texturas.
- (PR.EI05AR08) Manipular e identificar materiais de diferentes texturas: lisas, ásperas, macias, duras, moles, entre outras.
1º ano
Elementos Formais
- Ponto
- Linha
- Forma
- Cor
- Plano
- Textura
- Volume
- Luz
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Composição: bidimensional e tridimensional.
- Semelhanças e contrastes.
- Figura e fundo.
- Sobreposição, justaposição e direções.
- Pontilhismo.
- Técnicas Bidimensionais — Desenho: desenho gestual; desenho de imaginação / escrita imaginária; desenho à grafite; desenho com caneta esferográfica.
- Técnicas de impressão: frotagem, carimbos e monotipia.
- Técnicas Tridimensionais — Escultura: modelagem (massinha e argila); modelagem (papel machê); dobradura.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Gêneros Artísticos: retrato, paisagem, figura humana, cenas do cotidiano.
- Movimentos Artísticos.
- Pré-história: desenho e escultura.
- Arte africana: estamparia e máscaras.
- Arte indígena: grafismo e cerâmica.
- Impressionismo e pós-impressionismo.
- Expressionismo Abstrato.
- Arte Brasileira. Tachismo.
- Arte Integrada / Patrimônio Cultural: pinturas rupestres e sítios arqueológicos nacionais, regionais e objetos artísticos.
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EF15AR02.d.1.03) Conhecer, reconhecer e explorar os elementos da linguagem visual (ponto, linha, forma, cor, volume, superfície) presentes na natureza, nas obras de arte e imagens do cotidiano, para elaborar composições artísticas tanto no bidimensional como no tridimensional.
- (PR.EF15AR.n.1.41) Realizar trabalhos de monotipia (técnica de impressão) para realizar composições artísticas em suportes diversos, conhecendo e relacionando-os com produções artísticas em gravura.
- (CVEL.EF01AR02) Criar alguns desenhos e carimbos que podem ser figurativos ou não sobre a matriz; impressão de única matriz em materiais alternativos.
- (PR.EF15AR04.d.1.22) Criar trabalhos de diversas expressões artísticas, utilizando diferentes suportes (papel, tecido, muro, chão etc.) de cores, formas, tamanhos e texturas diferentes, propiciando segurança e variedade de possibilidades em suas criações.
- (PR.EF15AR04.n.1.25) Produzir as técnicas de desenho, pintura e colagem, utilizando diferentes materiais (grafite de diferentes gramaturas e densidades, carvão, giz de cera etc.), em diferentes suportes, e compreender a diferença entre desenho de observação, de memória e de criação, para experimentar diversas possibilidades de uso de materiais e efeitos ao desenhar e desenvolver a observação, a memória e a imaginação.
- (CVEL.EF01AR03) Identificar e representar o gênero da arte retrato e autorretrato nas produções artísticas locais, regionais, nacionais e internacionais para se expressar, conhecer e distinguir este gênero da Arte.
2º ano
Elementos Formais
- Ponto
- Linha
- Forma
- Cor
- Plano
- Textura
- Volume
- Luz
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Composição: bidimensional e tridimensional.
- Semelhanças e contrastes.
- Figura e fundo.
- Sobreposição, justaposição e direções.
- Simetria e assimetria.
- Repetição, ritmo visual.
- Técnicas Bidimensionais — Desenho: desenho gestual; desenho à grafite; desenho de observação; desenho de padrões geométricos; desenho a nanquim; desenho com caneta esferográfica.
- Técnicas de impressão: frotagem, carimbos e monotipia.
- Técnicas Tridimensionais — Escultura: modelagem (massinha e argila); modelagem (papel machê); dobradura e maquete.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Gêneros Artísticos: retrato, paisagem, figura humana, cenas do cotidiano, natureza-morta.
- Movimentos Artísticos.
- Pré-história: desenho e escultura.
- Arte africana: estamparia e máscaras.
- Arte indígena: grafismo e cerâmica.
- Impressionismo e pós-impressionismo.
- Desenho na arte contemporânea.
- Arte Brasileira (desenho e escultura na obra de artistas brasileiros).
- Vanguardas artísticas — desenho e escultura na obra dos artistas de vanguarda.
- Arte Integrada / Patrimônio Cultural: pinturas rupestres e sítios arqueológicos; museus tombados como patrimônio.
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EF15AR.N.2.37) Conhecer e perceber os diferentes gêneros da arte, como retrato e autorretrato, paisagem, natureza-morta, cenas da mitologia, cenas religiosas e cenas históricas, e dos diferentes contextos históricos/artísticos, comparando-os a partir das diferenças formais.
- (PR.EF15AR02.D.2.02) Conhecer, reconhecer e explorar os elementos da linguagem visual (ponto, linha, forma, cor, volume, superfície) presentes na natureza, nas obras de arte e nas imagens do cotidiano, para elaborar composições artísticas tanto no bidimensional como no tridimensional.
- (PR.EF15AR04.D.1.05) Participar de trabalhos de diversas expressões artísticas — desenho, pintura, colagem, modelagem, gravura, fotografia, construções tridimensionais e outros —, conhecendo os diferentes materiais, instrumentos e técnicas, para desenvolver uma linguagem própria / poética pessoal na perspectiva da criação, experimentação, exercício e investigação de materiais e na produção de trabalhos originais.
- (PR.EF15AR.N.2.27) Criar composições artísticas explorando materiais sustentáveis — por exemplo, tintas com pigmentos de elementos da natureza (terra/solo, folhas, flores, frutos, raízes) e/ou papel reciclável — para perceber outras possibilidades de experimentações e criações a partir da natureza.
- (CVEL.EF02AR01) Compreender, por meio do fazer artístico e da leitura da produção artística, que o processo de criação envolve ação investigativa, pesquisa, experimentação, levantamento de hipóteses, reflexão e acaso, sendo tanto o produto artístico como também o processo significativos.
- (CVEL.EF02AR02) Participar de apresentações das linguagens artísticas e exposições de artes visuais aos pais e à comunidade escolar, para realizar momentos de expressão, fruição e integração entre escola e comunidade.
- (CVEL.EF02AR04) Integrar as linguagens da Arte — Artes Visuais, Música, Teatro e Dança —, articulando saberes referentes a produtos e a fenômenos artísticos, envolvendo as práticas de criar, ler, produzir, construir, exteriorizar e refletir sobre formas artísticas.
3º ano
Elementos Formais
- Ponto
- Linha
- Forma
- Cor
- Plano
- Textura
- Volume
- Luz
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Composição: bidimensional e tridimensional.
- Figuração e abstração.
- Semelhanças e contrastes.
- Figura e fundo.
- Sobreposição, justaposição e direções.
- Simetria e assimetria.
- Repetição e ritmo visual.
- Técnicas Bidimensionais — Desenho: desenho à grafite; desenho geométrico; desenho de observação; desenho em perspectiva; desenho a nanquim; desenho com caneta esferográfica; livro de desenho / de artista.
- Técnicas de impressão: frotagem, carimbos e monotipia.
- Técnicas Tridimensionais — Escultura: modelagem (papel machê); dobradura e maquete; móbiles; escultura a partir do corte e dobra.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Gêneros Artísticos: retrato, paisagem, figura humana, cenas do cotidiano, natureza-morta.
- Movimentos Artísticos. Expressionismo Abstrato.
- Desenho na arte contemporânea.
- Arte Brasileira (desenho e escultura na obra de artistas brasileiros).
- Vanguardas artísticas — desenho e escultura na obra dos artistas de vanguarda.
- Concretismo (arte e poesia concreta — relação entre o desenho e a palavra).
- Neoconcretismo. Op Art.
- Patrimônio Cultural: museus tombados como patrimônio.
- Literatura de Cordel no Brasil (o desenho e a palavra). Lendas populares.
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EF15AR01.C.3.02) Pesquisar e conhecer a produção artística de artistas paranaenses para compreender a realidade histórica e cultural regional.
- (PR.EF15AR.N.3.46) Conhecer, diferenciar e caracterizar a produção artística abstrata e a figurativa, e seus produtores(as) de algumas diferentes épocas (Pré-história à Contemporaneidade, sem a obrigatoriedade de ser linear), para realizar composições artísticas abstratas e figurativas, desenvolvendo sua percepção estética e reconhecendo os princípios estéticos.
- (PR.EF15AR02.D.3.24) Identificar, reconhecer e explorar os elementos da linguagem visual presentes na natureza, nas obras de arte e imagens do cotidiano, para elaborar composições artísticas tanto no bidimensional como no tridimensional.
- (PR.EF15AR.N.3.28) Identificar e representar o gênero da arte paisagem (urbana, rural, litorânea, natural — construída de diferentes tempos e lugares), em produções artísticas locais, regionais, nacionais e internacionais, para se expressar, conhecer e distinguir esse gênero da arte.
- (CVEL.EF03AR01) Compreender, por meio do fazer artístico e da leitura da produção artística, que o processo de criação envolve ação investigativa, pesquisa, experimentação, levantamento de hipóteses, reflexão e acaso, sendo tanto o produto como o processo significativos.
- (CVEL.EF03AR04) Reconhecer as técnicas de desenho, pintura e colagem como técnicas expressivas e compreender como os artistas se utilizam delas para comunicar ideias, pensamentos e sua percepção sensível.
- (EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diversas, em especial a brasileira, incluindo suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas.
4º ano
Elementos Formais
- Ponto
- Linha
- Forma
- Cor
- Plano
- Textura
- Volume
- Luz
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Composição: bidimensional e tridimensional.
- Figuração e abstração.
- Semelhanças e contrastes.
- Figura e fundo.
- Sobreposição, justaposição e direções.
- Simetria e assimetria.
- Proporção e profundidade.
- Repetição e ritmo visual.
- História em Quadrinhos.
- Técnicas Bidimensionais — Desenho: desenho à grafite; desenho geométrico; desenho de observação; desenho de ilustração; desenho em perspectiva; desenho a nanquim; desenho com caneta esferográfica.
- Técnicas de impressão: frotagem, carimbos e monotipia.
- Técnicas Tridimensionais — Escultura: móbiles; assemblagem (colagem tridimensional).
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Gêneros Artísticos: retrato, paisagem, figura humana, cenas do cotidiano, natureza-morta.
- Movimentos Artísticos. Pop Art.
- Desenho na arte contemporânea.
- Arte Brasileira (desenho e escultura na obra de artistas brasileiros).
- Vanguardas artísticas — desenho e escultura na obra dos artistas de vanguarda.
- Neoconcretismo. Arte Contemporânea.
- Patrimônio Cultural.
- Arte e tecnologia: animações; ilustração, outdoor e cartaz; fotografia (pontos de vista: frontal, topo, perfil, plano geral e zoom).
- Artistas que exploram os recursos tecnológicos nos processos de criação.
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EF15AR.N.4.01) Compreender e analisar os diferentes gêneros da Arte, como retrato e autorretrato, paisagem, natureza-morta, cenas da mitologia, cenas religiosas e cenas históricas, e dos diferentes contextos históricos/artísticos, comparando-os a partir das diferenças formais.
- (PR.EF15AR.C.4.02) Pesquisar e conhecer a produção artística de artistas paranaenses para compreender a realidade histórica e cultural regional.
- (PR.EF15AR02.D.4.03) Identificar, reconhecer e explorar os elementos da linguagem visual presentes na natureza, nas obras de arte e imagens do cotidiano, para elaborar composições artísticas tanto no bidimensional como no tridimensional.
- (PR.EF15AR.N.1.37) Conhecer as diversas artes visuais encontradas no seu dia a dia, para reconhecer a importância da Arte como meio de comunicação, de transformação social e de acesso à cultura, respeitando as diferenças e o diálogo de distintas culturas, etnias e línguas, percebendo ser um importante exercício para a cidadania.
- (EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais.
- (PR.EF15AR04.D.1.23) Vivenciar e realizar trabalhos de diversas expressões artísticas, conhecendo os diferentes materiais, instrumentos e técnicas, para desenvolver uma linguagem própria / poética pessoal na perspectiva da criação, experimentação, exercício e investigação de materiais artísticos e alternativos e na produção de trabalhos originais.
- (PR.EF15AR.D.4.04) Realizar composições artísticas tendo como referência (não como modelo) obras de arte ou objetos artísticos de diferentes períodos (Pré-história à Contemporaneidade, sem necessidade de ser linear), para compreender o conceito de bidimensional e tridimensional.
- (PR.EF15AR.N.1.39) Compreender, por meio do fazer artístico e da leitura da produção artística, que o processo de criação envolve ação investigativa, pesquisa, experimentação, levantamento de hipóteses, reflexão e acaso, sendo tanto o produto como o processo significativos.
- (CVEL.EF04AR02) Criar e realizar apresentações das linguagens artísticas e exposições de artes visuais aos pais e à comunidade escolar, para estabelecer sentido no seu fazer artístico e realizar momentos de expressão, fruição e integração entre escola e comunidade.
- (EF15AR26) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jogos eletrônicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwares) nos processos de criação artística.
- (PR.EF15AR.N.4.21) Identificar obras de Arte ou objetos artísticos de diferentes períodos relacionados a linguagens gráficas, digitais, audiovisuais e midiáticas (cartaz, outdoor, propaganda, catálogo de museu, ilustrações, animações, vídeos e outros), para compreender as possibilidades do fazer artístico e a integração dessas linguagens em suas composições.
5º ano
Elementos Formais
- Ponto
- Linha
- Forma
- Cor
- Plano
- Textura
- Volume
- Luz
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Composição: bidimensional e tridimensional.
- Figuração e abstração.
- Semelhanças e contrastes.
- Figura e fundo.
- Sobreposição, justaposição e direções.
- Simetria e assimetria.
- Proporção e profundidade.
- Repetição e ritmo visual.
- Técnicas Bidimensionais — Desenho: desenho de observação; desenho em perspectiva; desenho a nanquim; desenho com caneta esferográfica; desenho com técnica mista (fotografia e desenho); desenho no espaço; grafite.
- Técnicas de impressão: frotagem, carimbos e monotipia.
- Técnicas Tridimensionais — Escultura: maquete; móbiles; assemblagem (colagem tridimensional); instalação; intervenção urbana.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Gêneros Artísticos: retrato, paisagem, figura humana, cenas do cotidiano, natureza-morta.
- Movimentos Artísticos. Desenho na arte contemporânea.
- Arte Brasileira (desenho e escultura na obra de artistas brasileiros).
- Vanguardas artísticas — desenho e escultura na obra dos artistas de vanguarda.
- Concretismo. Neoconcretismo.
- Arte Contemporânea: Land Art, videoarte, intervenção urbana, grafite.
- Patrimônio Cultural: museus tombados como patrimônio — no Brasil e no exterior; parques, centros e institutos de Arte contemporânea — Brasil e exterior.
- Arte e tecnologia: animação, videoarte; artistas que exploram os recursos tecnológicos nos processos de criação.
Objetivos de Aprendizagem
- (EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais.
- (PR.EF15AR.N.5.32) Conhecer o conceito de textura gráfica realizando trabalhos que utilizem a textura gráfica ou visual: estamparia e grafismos corporais.
- (CVEL.EF05AR01) Representar as técnicas de desenho, pintura e colagem, utilizando diferentes materiais e suportes, e compreender a diferença entre desenho de observação, de memória e de criação, para experimentar diversas possibilidades de uso de materiais e efeitos ao desenhar e desenvolver a observação, a memória e a imaginação.
- (PR.EF15AR.N.5.02) Criar trabalhos artísticos de intervenções e de instalações, compreendendo seu conceito, para aumentar seu repertório imagético e realizar estes trabalhos na escola.
- (EF15AR05) Experimentar a criação em artes visuais de modo individual, coletivo e colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade.
- (CVEL.EF05AR02) Compreender, por meio do fazer artístico e da leitura da produção artística, que o processo de criação envolve ação investigativa, pesquisa, experimentação, levantamento de hipóteses, reflexão e acaso, sendo tanto o produto como o processo significativos.
- (PR.EF15AR.N.5.42) Criar, na sala de aula, um espaço cultural (painel) com fotos, reportagens, convites, catálogos, curiosidades, entre outros, sobre eventos culturais locais e/ou regionais relacionados às artes visuais, dança, teatro e música, para que conheça e valorize a vida cultural de seu município e/ou região.
- (EF15AR26) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jogos eletrônicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwares etc.) nos processos de criação artística.
- (PR.EF15AR.N.5.31) Reconhecer e relacionar obras de Arte ou objetos artísticos de diferentes períodos a linguagens gráficas, digitais, audiovisuais e midiáticas (cartaz, outdoor, propaganda, catálogo de museu, ilustrações, animações, vídeos e outros), para compreender as possibilidades do fazer artístico e a integração dessas linguagens em suas composições.
- (CVEL.EF05AR05) Conhecer produtores(as) em Artes Visuais que utilizam as tecnologias digitais em suas composições artísticas, possibilitando o aumento do repertório imagético.
8.3.2 Teatro
A linguagem teatral caracteriza-se por ser processual, sendo que a expressão nos primeiros anos, é mais relevante que o produto final, ou seja, que uma peça-espetáculo. O teatro na escola, no contexto da EITI, possibilita ao aluno vivenciar diferentes papéis em jogos e brincadeiras, criando movimentos e gestos, dramatizar situações do dia a dia, desenvolver novas formas de expressar seus anseios, desejos, ampliar o conhecimento acerca dessa linguagem e sobretudo, desenvolver a sensibilidade do aluno.
Tendo isso em vista, o professor poderá desenvolver atividades globais de expressão que envolvam: relacionamento interpessoal, espontaneidade, imaginação, observação e a percepção; explorar a construção de personagens, sua expressão corporal, vocal, facial e gestual e as diferentes formas de representação e gêneros teatrais. As atividades de expressão, conforme Reverbel (2003):
são jogos dramáticos, musicais, ou plásticos que dão ao aluno um meio de exteriorizar, pelo movimento e pela voz, seus sentimentos mais profundos e suas observações pessoais. O objetivo básico das atividades, é ampliar e orientar as possibilidades de expressão do aluno (Reverbel, 2003, p.24).
Deste modo, apresenta-se como uma das possibilidades de encaminhamento no Laboratório de Teatro, a articulação entre as Artes Visuais, a Música e o Teatro. Os jogos dramáticos, também denominados jogos teatrais, consistem na improvisação a partir de temas ou situações do cotidiano. O professor poderá aplicar e adaptar diferentes jogos de acordo com sua realidade, neste sentido, podem ser explorados: jogos para desenvolvimento interpessoal e de grupo (para timidez, percepção e autocontrole), jogos de concentração e de improvisação, jogos de ator e plateia, jogos de faz de conta, jogos que envolvam a mímica, jogos para vivenciar diferentes papéis (brincadeira de papéis sociais), jogos e brincadeiras que possibilitem a improvisação individual ou coletiva e jogos de imitação (propostos durante brincadeiras e contação de histórias). É relevante destacar que o lúdico está intimamente ligado à linguagem teatral, conforme Ferraz e Fusari (1999, p. 114), “[...] a gestualidade, a dramatização, os exercícios lúdicos compõem os métodos e procedimentos pedagógicos mais eficazes na educação [...]”, portanto, o professor precisa contemplar esse elemento em suas propostas.
Inúmeros caminhos são possíveis para a apreensão dos conhecimentos na linguagem teatral, como o desenvolvimento de propostas com ênfase nos elementos de composição de um espetáculo, como: trilha sonora, iluminação, figurino, maquiagem e cabelo, cenografia, adereços e objetos de cena.
Outra possibilidade de encaminhamento que articula linguagens como a do Teatro e Artes Visuais, é o desenvolvimento de propostas com o Teatro de Bonecos. O boneco associa movimento, sonoridade, visualidade, de modo que encanta e seduz a plateia. Desta maneira, o professor poderá propor a produção de bonecos na linguagem Artes Visuais e explorar a variedade existente como dedoches, fantoches, bonecos de vara, marionetes; explorar os cenários, figurinos e sons, bem como, materiais variados para sua confecção, como tecidos, sacos de papel, luvas e meias com objetos costurados ou pintados, caixas, bonecos e bichinhos de pelúcia, como se vê nas imagens a seguir:
O trabalho com o Teatro possibilita ainda, desenvolver propostas explorando o folclore, deste modo, o professor poderá propor o estudo dos contos, lendas, canções, músicas, ditados e festas populares, para posteriormente dramatizá-los, bem como propor a participação em brincadeiras, brincadeiras cantadas, atividades artísticas típicas da cultura local e nacional.
É imprescindível planejar o espaço para as práticas teatrais, assim, orienta-se a organização do Laboratório em armários com “fantasias” e “cantinhos temáticos", como o cantinho da fantasia (Fig. 27 e 28). Nele estarão disponíveis diferentes tipos de materiais, tais como: fantasias, palco, máscaras, fantoches, espelho, almofadas, livros infantis, roupas e sapatos, pedaços de tecido, aparelho de som, entre outros. A fantasia e a imaginação são elementos fundamentais para que a criança aprenda mais sobre o modo de relacionar-se com as pessoas, consigo mesma e com o outro. Quanto ao ambiente de Teatro para o ator infantil, Spolin (2010) orienta que o ambiente físico, para um grupo de crianças, deve estimular, excitar, inspirar e ainda:
Deve haver ao menos duas áreas de atividade, se possível: um local para jogos e danças, e outro para a instalação do teatro. Na área do teatro é importante haver o maior número possível de acessórios. Em nível muito simples, incluir-se-ão uma cortina, uma coleção de toda a sorte de vestuário, uma prateleira para acessórios, peças de cenário, grandes praticáveis, algum equipamento de luz, um local para efeitos de som e, naturalmente, um lugar para a platéia. Tudo deverá ser feito em escala especial, para que as crianças possam realizar seu próprio trabalho de bastidores. Com um pouco de esforço e engenhosidade, em quase qualquer sala ou canto livre pode-se instalar um teatrinho. Mesmo se não se prestar para um espetáculo público, o local será utilizável como oficina de trabalho. As crianças mais velhas podem fabricar seus acessórios e móveis fora dali, como fazem os atores adultos (Spolin, 2010, p. 251).
Além das práticas mencionadas anteriormente, é necessário o professor oportunizar a fruição de diferentes gêneros e espetáculos teatrais, no caso da impossibilidade de apreciar os espetáculos de forma presencial, a direção poderá organizar um espaço na escola e disponibilizar os recursos tecnológicos para a projeção dos espetáculos.
Sugestões das principais duplas e companhias brasileiras que realizam trabalhos educativos:
Palavra Cantada (Sandra Peres e Paulo Tatit): Unem música e teatro para ensinar temas como alfabetização, matemática e hábitos saudáveis de forma lúdica.
Grupo Giramundo: Referência mundial em teatro de bonecos; utilizam o visual para ensinar sobre cultura populare história e literatura.
Cia. Truks (Henrique Sitchin): Especialistas em teatro de objetos; abordam temas educativos e delicados como inclusão, ecologia e superação de medos.
Barbatuques: Pioneiros em percussão corporal; transformam o espetáculo em uma oficina interativa sobre musicalidade, coordenação e o uso do próprio corpo.

Fonte: amazon.com.br

Fonte: brinlar.com.br
Infantil IV
Elementos Formais
- Personagem: expressões faciais, corporais, gestuais, vocais.
- Ação.
- Espaço.
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Jogos Teatrais.
- Representação e dramatização. Mímica.
- Manifestações culturais e folclore — cultura local e regional.
- Elementos do Teatro: figurino, adereços, maquiagem, máscaras.
- Teatro de Bonecos: fantoches, dedoches e bonecos de vara.
- Cenários.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Literatura Infantil: contação de histórias.
- Contos de fada.
- Teatro Brasileiro e Paranaense.
- Teatro Ocidental.
- Teatro Oriental.
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EI04AR20) Representar-se em situações de brincadeiras ou teatro, apresentando suas características corporais, seus interesses, sentimentos, sensações ou emoções.
- (CVEL.EI04AR06) Vivenciar e participar de jogos de imitação e de expressão de sentimentos.
- (CVEL.EI04AR07) Participar de brincadeiras de esquema e expressão corporal diante do espelho, utilizando as diferentes formas de linguagem.
- (CVEL.EI04AR08) Realizar movimentos com gestos, expressões faciais e mímicas em brincadeiras, jogos e atividades artísticas.
- (PR.EI04AR21) Cantar, gesticular e expressar emoções acompanhando músicas e cantigas.
- (CVEL.EI04AR09) Participar de encenações e atividades que desenvolvam a expressão corporal a partir de jogos dramáticos.
- (PR.EI04AR23) Representar com o corpo, com linguagem dramática, em diferentes situações: encenações, imitações e dramatizações.
- (PR.EI04AR24) Dramatizar situações do dia a dia, em músicas ou trechos de histórias, em jogos de imitação.
- (PR.EI04AR25) Criar movimentos dançando ou dramatizando para expressar-se em suas brincadeiras.
- (PR.EI04AR26) Combinar seus movimentos com os de outras crianças e explorar novos movimentos usando gestos, seu corpo e sua voz.
- (PR.EI04AR27) Conhecer brincadeiras e atividades artísticas típicas de sua cultura local.
- (PR.EI04AR28) Vivenciar diferentes papéis em jogos corporais e brincadeiras, criando movimentos e gestos.
Infantil V
Elementos Formais
- Personagem: expressões faciais, corporais, gestuais, vocais.
- Ação.
- Espaço.
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Jogos Teatrais.
- Representação e dramatização. Mímica.
- Manifestações culturais e folclore — cultura local e regional.
- Máscaras.
- Elementos do Teatro: figurino, adereços, maquiagem.
- Teatro de Bonecos: fantoches, dedoches e bonecos de vara.
- Cenários.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Literatura Infantil: contação de histórias.
- Contos de fada.
- Teatro Brasileiro e Paranaense.
- Teatro Ocidental.
- Teatro Oriental.
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EI05AR17) Representar-se em situações de brincadeiras ou teatro, apresentando suas características corporais, seus interesses, sentimentos, sensações ou emoções.
- (PR.EI05AR18) Expressar e comunicar suas características de diferentes maneiras.
- (PR.EI05AR19) Participar e conduzir brincadeiras envolvendo cantigas, rimas, lendas, parlendas ou outras situações com movimentos corporais.
- (PR.EI05AR20) Criar e imitar movimentos com gestos, expressões faciais e mímicas em brincadeiras, jogos e atividades artísticas.
- (PR.EI05AR21) Vivenciar e conduzir brincadeiras de esquema corporal, de exploração e a expressão corporal diante do espelho, utilizando diferentes formas de linguagens e percebendo suas características específicas.
- (PR.EI05AR22) Criar expressões corporais a partir de jogos dramáticos.
- (PR.EI05AR24) Produzir sons com diferentes materiais durante brincadeiras, encenações, comemorações, entre outras.
- (PR.EI05AR25) Criar movimentos dançando ou dramatizando para expressar-se nas brincadeiras.
- (CVEL.EI05AR08) Deslocar-se utilizando gestos, seu corpo e sua voz.
- (PR.EI05AR26) Conhecer brincadeiras e atividades artísticas típicas de sua cultura local.
- (PR.EI05AR27) Criar movimentos e gestos ao brincar, dançar, representar etc.
- (PR.EI05AR28) Vivenciar diferentes papéis em jogos e brincadeiras, criando movimentos e gestos ao brincar.
- (PR.EI05AR29) Dramatizar situações do dia a dia, músicas ou trechos de histórias.
1º ano
Elementos Formais
- Personagem (expressões facial, gestual, corporal e voz).
- Texto.
- Cenário.
- Caracterização.
- Sonoplastia.
- Iluminação.
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Teatro direto (feito diretamente pelos atores).
- Teatro indireto (com materiais).
- Improvisação, mímica.
- Jogos dramáticos e teatrais: atividades/jogos para desenvolver o relacionamento e a espontaneidade.
- Espaço cênico: tipos de palco e teatro de rua.
- Figurino, adereços, maquiagem e máscaras.
- Teatro de bonecos: fantoches, dedoches.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Literatura Infantil: contação de histórias.
- Contos de fada.
- Gêneros teatrais: Comédia, Tragédia.
- Teatro Brasileiro e Paranaense.
- Patrimônio Cultural: Material — palcos, cenários e figurinos; Imaterial — costumes, modos de fazer e formas de expressão.
- Arte e tecnologia: espetáculos que utilizam recursos tecnológicos.
Objetivos de Aprendizagem
- (CVEL.EF01AR07) Apreciar/fruir, por meio do contato presencial ou de vídeos, as manifestações culturais, encenações/dramatizações populares e espetáculos de Teatro, para ampliar seu repertório e conhecimento sensível.
- (CVEL.EF01AR08) Conhecer e vivenciar os elementos constitutivos do teatro (personagens, ação e espaço), percebendo-os no cotidiano e nas dramatizações, para articulá-los de modo expressivo em seus processos de criação em teatro.
- (PR.EF15AR.D.1.52) Produzir improvisos individual e coletivamente, com objetos, figurinos, adereços e outros, apreciando a criação do(a) colega e colocando-se como espectador.
- (PR.EF15AR.D.1.34) Realizar trabalhos cênicos, a partir de situações do seu cotidiano, para estabelecer relações entre os diferentes contextos.
- (PR.EF15AR.N.1.29) Participar de jogos teatrais por meio de improvisos, mímicas, imitações de pessoas, objetos, animais, cenas do cotidiano, pequenos textos, entre outros.
- (PR.EF15AR.N.1.14) Representar cenicamente as possibilidades dramáticas na literatura infantil: poemas, fábulas, provérbios, parlendas, pequenos contos, entre outros, por meio de teatro humano e/ou de bonecos (dedoche, marionetes, fantoches, vara, sombra, entre outros), conhecendo e vivenciando as diversas possibilidades de representação.
2º ano
Elementos Formais
- Personagem (expressões facial, gestual, corporal, voz).
- Texto.
- Cenário.
- Caracterização.
- Sonoplastia.
- Iluminação.
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Teatro direto (feito diretamente pelos atores).
- Teatro indireto (com materiais).
- Improvisação, mímica.
- Jogos dramáticos e teatrais: atividades para desenvolver o relacionamento, a espontaneidade, a imaginação e a observação.
- Espaço cênico: tipos de palco e teatro.
- Figurino, adereços, maquiagem e máscaras.
- Teatro de bonecos: fantoches, dedoches e bonecos de vara.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Literatura Infantil: contação de histórias.
- Contos de fada.
- Gêneros teatrais: Comédia, Tragédia.
- Teatro Brasileiro e Paranaense.
- Grupos teatrais (locais e regionais).
- Teatro moderno e oriental.
- Teatro contemporâneo.
- Patrimônio Cultural: Material — palcos, cenários e figurinos; Imaterial — costumes, modos de fazer e formas de expressão.
- Arte e tecnologia: espetáculos que utilizam recursos tecnológicos.
Objetivos de Aprendizagem
- (CVEL.EF02AR06) Conhecer e compreender os códigos estéticos das diferentes manifestações do teatro, referentes às produções/representações cênicas de origem ocidental (Teatro Grego), bem como de outras matrizes estéticas não ocidentais — oriental, indígena e africana, entre outras —, para compreender o Teatro como meio de comunicação e expressão de uma cultura.
- (CVEL.EF02AR07) Apreciar/fruir, por meio do contato presencial ou de vídeos, as manifestações culturais, encenações/dramatizações populares e espetáculos de Teatro, para ampliar seu repertório e conhecimento sensível.
- (EF15AR19) Descobrir teatralidades na vida cotidiana, identificando elementos teatrais (variadas entonações de voz, diferentes fisicalidades, diversidade de personagens e narrativas etc.).
- (CVEL.EF02AR08) Conhecer e vivenciar os elementos constitutivos do teatro (personagens, ação e espaço), percebendo-os no cotidiano e nas dramatizações, para articulá-los de modo expressivo em seus processos de criação em teatro.
- (EF15AR20) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo e autoral em improvisações teatrais e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de diferentes matrizes estéticas e culturais.
- (CVEL.EF02AR09) Improvisar individual e coletivamente, com objetos, figurinos, adereços e outros, apreciando a criação do(a) colega e colocando-se como espectador.
- (PR.EF15AR.D.2.22) Realizar trabalhos cênicos, a partir de situações do seu cotidiano, para estabelecer relações entre os diferentes contextos.
- (PR.EF15AR.N.2.54) Participar de jogos teatrais por meio de improvisos, mímicas, imitação de pessoas, objetos, animais, cenas do cotidiano, pequenos textos, entre outros.
- (PR.EF15AR.N.2.41) Experimentar e representar cenicamente as possibilidades dramáticas na literatura infantil — poemas, fábulas, provérbios, parlendas, pequenos contos, entre outros —, para conhecer e vivenciar as diversas possibilidades de representação.
3º ano
Elementos Formais
- Personagem (expressões facial, gestual, corporal, voz).
- Texto.
- Cenário.
- Caracterização.
- Sonoplastia.
- Iluminação.
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Teatro direto (feito diretamente pelos atores).
- Teatro indireto (com materiais).
- Improvisação, mímica e dramatização.
- Jogos dramáticos e teatrais: atividades para desenvolver o relacionamento, a espontaneidade, a imaginação, a observação e a percepção.
- Leitura e interpretação de textos.
- Espaço cênico: tipos de palco e teatro.
- Figurino, adereços, maquiagem e máscaras.
- Cenografia.
- Teatro de bonecos: fantoches, dedoches e bonecos de vara.
- Teatro de sombra.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Literatura Infantil: contação de histórias.
- Gêneros teatrais: Comédia, Tragédia, Drama.
- Teatro Brasileiro e Paranaense.
- Manifestações culturais e folclore — cultura local e regional.
- Grupos teatrais (locais e regionais).
- Teatro moderno e oriental.
- Teatro contemporâneo.
- Patrimônio Cultural: Material — palcos, cenários e figurinos; Imaterial — costumes, modos de fazer e formas de expressão.
- Manifestações culturais: folclore.
- Arte e tecnologia: espetáculos que utilizam recursos tecnológicos.
Objetivos de Aprendizagem
- (EF15AR18) Reconhecer e apreciar formas distintas de manifestações do teatro presentes em diferentes contextos, aprendendo a ver e a ouvir histórias dramatizadas e cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório ficcional.
- (CVEL.EF03AR10) Apreciar/fruir, por meio do contato presencial ou de vídeos, as manifestações culturais, encenações/dramatizações populares e espetáculos de Teatro, para ampliar seu repertório e conhecimento sensível.
- (CVEL.EF03AR11) Conhecer e vivenciar os elementos constitutivos do teatro (personagens, ação e espaço), percebendo-os no cotidiano e nas dramatizações, para articulá-los de modo expressivo em seus processos de criação em teatro.
- (EF15AR20) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo e autoral em improvisações teatrais e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de diferentes matrizes estéticas e culturais.
- (PR.EF15AR.D.3.31) Representar e realizar improvisos individual e coletivamente, com objetos, figurinos, adereços e outros, apreciando a criação do(a) colega e colocando-se como espectador.
- Participar de jogos teatrais por meio de improvisos, mímicas, imitação de pessoas, objetos, animais, cenas do cotidiano, pequenos textos, entre outros. (código ausente no original)
- (EF15AR22) Experimentar possibilidades criativas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, discutindo estereótipos.
- (CVEL.EF03AR12) Interpretar e representar as possibilidades dramáticas na literatura infantil — poemas, fábulas, provérbios, parlendas, pequenos contos, entre outros.
- (PR.EF15AR.N.2.56) Produzir textos e roteiros teatrais individuais e/ou coletivos, baseados em leituras diversas, para habituar-se às características dos textos teatrais.
4º ano
Elementos Formais
- Personagem (expressões facial, gestual, corporal e voz).
- Texto.
- Cenário.
- Caracterização.
- Sonoplastia.
- Iluminação.
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Teatro direto (feito diretamente pelos atores).
- Teatro indireto (com materiais).
- Improvisação, mímica, performance, dramatização.
- Jogos dramáticos e teatrais: atividades/jogos para desenvolver o relacionamento, a espontaneidade, a imaginação, a observação e a percepção.
- Leitura e interpretação de textos e roteiros.
- Espaço cênico: tipos de palco e teatro de rua.
- Figurino, adereços, maquiagem e máscaras.
- Cenografia.
- Teatro de bonecos: fantoches, dedoches e bonecos de vara.
- Teatro de sombra.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Literatura Infanto-juvenil.
- Gêneros teatrais: Comédia, Tragédia, Drama, Lírico.
- Teatro Brasileiro e Paranaense.
- Manifestações culturais e folclore — cultura local e regional.
- Grupos teatrais (locais e regionais).
- Teatro moderno e oriental.
- Teatro contemporâneo.
- Patrimônio Cultural: Material — palcos, cenários e figurinos; Imaterial — costumes, modos de fazer e formas de expressão.
- Manifestações culturais: folclore.
- Arte e tecnologia: espetáculos que utilizam recursos tecnológicos.
Objetivos de Aprendizagem
- (CVEL.EF04AR11) Conhecer e compreender os códigos estéticos das diferentes manifestações do Teatro, referentes às produções/representações cênicas modernas e contemporâneas, para compreender o Teatro como meio de comunicação e expressão artística.
- (CVEL.EF04AR12) Apreciar/fruir, por meio do contato presencial ou de vídeos, as manifestações culturais, encenações/dramatizações populares e espetáculos de teatro, para ampliar seu repertório e conhecimento sensível.
- (CVEL.EF04AR13) Conhecer e vivenciar os elementos constitutivos do Teatro (personagens, ação, espaço), percebendo-os no cotidiano e nas dramatizações, representações e espetáculos, para articulá-los de modo expressivo em seus processos de criação em Teatro.
- (EF15AR20) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo e autoral em improvisações teatrais e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de diferentes matrizes estéticas e culturais.
- (PR.EF15AR17.D.4.31) Vivenciar improvisos individual e coletivamente, com objetos, figurinos, adereços e outros, apreciando a criação do(a) colega e colocando-se como espectador.
- (PR.EF15AR.N.4.46) Distinguir trabalhos cênicos, a partir de situações do seu cotidiano, para estabelecer relações entre os diferentes contextos.
- (PR.EF15AR.N.4.18) Participar de jogos teatrais por meio de improvisos, mímicas, imitação de pessoas, objetos, animais, cenas do cotidiano, pequenos textos, entre outros.
- (EF15AR22) Experimentar possibilidades criativas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, discutindo estereótipos.
- (PR.EF15AR.N.4.33) Interpretar e representar cenicamente as possibilidades dramáticas na literatura infantil — poemas, fábulas, provérbios, parlendas, pequenos contos, entre outros —, por meio de teatro humano e/ou de bonecos (dedoche, marionetes, fantoches etc.), para conhecer e vivenciar as diversas possibilidades de representação.
- (PR.EF15AR.N.4.45) Criar textos e roteiros teatrais individuais e/ou coletivos, baseados em leituras diversas, para habituar-se às características dos textos teatrais.
- (PR.EF15AR.N.4.61) Realizar práticas cênicas e fazer a relação com aspectos históricos do teatro.
5º ano
Elementos Formais
- Personagem (expressões facial, gestual, corporal e voz).
- Texto.
- Cenário.
- Caracterização.
- Sonoplastia.
- Iluminação.
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Teatro direto (feito diretamente pelos atores).
- Teatro indireto (com materiais).
- Improvisação, mímica, monólogo, performance e dramatização.
- Jogos dramáticos e teatrais: atividades e jogos para desenvolver o relacionamento, a espontaneidade, a imaginação, a observação e a percepção.
- Leitura e interpretação de textos e roteiros.
- Espaço cênico: tipos de palco e teatro de rua.
- Figurino, adereços, maquiagem e máscaras.
- Cenografia.
- Teatro de bonecos: fantoches, dedoches, bonecos de vara, marionetes.
- Teatro de sombra.
Movimentos / Gêneros Artísticos
- Literatura Infantil: contação de histórias.
- Poemas, fábulas, provérbios, parlendas.
- Gêneros teatrais: Comédia, Tragédia, Drama e Épico.
- Comédia dell'arte.
- Teatro Brasileiro e Paranaense.
- Grupos teatrais (locais e regionais).
- Teatro moderno.
- Teatro contemporâneo.
- Patrimônio Cultural: Material — palcos, cenários e figurinos; Imaterial — costumes, modos de fazer e formas de expressão.
- Artes circenses, cinema e performance.
- Arte e tecnologia: espetáculos que utilizam recursos tecnológicos.
Objetivos de Aprendizagem
- (EF15AR18) Reconhecer e apreciar formas distintas de manifestações do teatro presentes em diferentes contextos, aprendendo a ver e a ouvir histórias dramatizadas e cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório ficcional.
- (CVEL.EF05AR14) Conhecer e compreender os códigos estéticos das diferentes manifestações do Teatro, referentes às produções/representações cênicas modernas e contemporâneas, para compreender o Teatro como meio de comunicação e expressão artística.
- (CVEL.EF05AR15) Conhecer os diferentes gêneros teatrais — tragédia, comédia, dramático, épico —, por meio da apreciação e pesquisa, para diferenciá-los em seus aspectos formais e estéticos.
- (CVEL.EF05AR16) Apreciar/fruir, por meio do contato presencial ou de vídeos, as manifestações culturais, encenações/dramatizações populares, espetáculos de Teatro e ópera, para ampliar seu repertório e conhecimento sensível.
- (CVEL.EF05AR17) Conhecer e vivenciar os elementos constitutivos do Teatro (personagens, ação, espaço), percebendo-os no cotidiano e nas dramatizações, representações e espetáculos, para articulá-los de modo expressivo em seus processos de criação em Teatro.
- (EF15AR20) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo e autoral em improvisações teatrais e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de diferentes matrizes estéticas e culturais.
- (PR.EF15AR.D.5.54) Criar e realizar improvisos individual e coletivamente, com objetos, figurinos, adereços e outros, apreciando a criação do(a) colega e colocando-se como espectador.
- (PR.EF15AR.D.5.55) Expressar-se com trabalhos cênicos, a partir de situações do seu cotidiano, para estabelecer relações entre os diferentes contextos.
- (PR.EF15AR.D.5.15) Participar de jogos teatrais por meio de improvisos, mímicas, imitação de pessoas, objetos, animais, cenas do cotidiano, pequenos textos, entre outros.
- (EF15AR22) Experimentar possibilidades criativas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, discutindo estereótipos.
- (PR.EF15AR.N.5.29) Perceber e representar cenicamente as possibilidades dramáticas na literatura infantil — poemas, fábulas, provérbios, parlendas, pequenos contos, entre outros —, por meio de teatro humano e/ou de bonecos (dedoche, marionetes, fantoches etc.), para conhecer e vivenciar as diversas possibilidades de representação.
- (PR.EF15AR.N.5.41) Produzir textos e roteiros teatrais individuais e/ou coletivos, baseados em leituras diversas, para habituar-se às características dos textos teatrais.
- (PR.EF15AR.N.5.56) Conhecer práticas cênicas e fazer a relação com aspectos históricos do teatro.
8.3.3 Música
O trabalho educativo no Laboratório de Música, no contexto da EITI, poderá iniciar com exercícios de alfabetização musical, abordando os conteúdos: altura (grave e agudo), duração (longo e curto), intensidade (forte e fraco), timbre (voz e instrumentos) e densidade (poucos ou muitos sons), com o desenvolvimento de jogos e brincadeiras musicais (com regras ou livres), explorando ritmo, melodia e harmonia. Cabe destacar que a intencionalidade do Laboratório de Música, não é formar o músico instrumentista, mas proporcionar uma vivência musical intensa por meio da apreciação e percepção musical e assim, democratizar o ensino da música e poderá ser iniciado com a apresentação da bandinha musical. (Fig.29)
Ao desenvolver a prática educativa com instrumentos, é necessário primeiramente, centrar-se em atividades apropriadas para a fase cognitiva e física em que a criança se encontra, além disso, é preciso que o professor estabeleça um vínculo positivo com elas, uma vez que utilizar atividades relacionadas ao contexto da criança, é fundamental para estabelecer uma relação de confiança. O repertório também tem relevância para o progresso do aluno, para a motivação e o estabelecimento de caminhos que ele percorrerá. Soma-se a esses encaminhamentos, a proposição de jogos e atividades corporais, num ambiente lúdico, que promova um aprendizado atraente e prazeroso.
O lúdico precisa permear todo o processo de aprendizagem musical, desta maneira, ainda para a proposição de atividades com percussão corporal, orienta-se a confecção com objetos recicláveis, nas quais os alunos podem trabalhar ritmos variados por meio da imitação, como também criar seus próprios ritmos, possibilitando assim, o desenvolvimento de seu potencial criativo. A parede sonora é uma sugestão na qual as crianças têm a possibilidade da experimentação livre.
É possível ainda, desenvolver exercícios de dramatização sonora de histórias e representação de canções por mímica. Para o ensino de instrumentos musicais, Cruvinel (In Fidalgo et al, 2014) destaca que a prática coletiva pode promover a integração e socialização entre as crianças, uma vez que elas recebem do professor, simultaneamente, as mesmas informações e conteúdos e da mesma maneira, no ensino coletivo, pontua a autora, o aprendizado se manifesta pela observação e interação com os colegas.
Para iniciar a prática com os instrumentos musicais, violão e/ou flauta, orienta-se que o professor proponha, primeiramente, a exploração livre dos instrumentos para desenvolver a percepção sonora dos timbres de cada instrumento musical. Em um momento posterior, é possível apresentar informações básicas sobre os instrumentos, os tipos/variedades de violões e flautas existentes, relacionado-os com as diversas culturas que lhes deram origem, explicar sobre nomenclaturas e a postura a qual o aluno deve adotar para tocar, propor exercícios para melhorar a sua coordenação motora e para trabalhar os aspectos rítmicos.
Acrescenta-se a esses encaminhamentos, o desenvolvimento de atividades que trabalhem o ouvido e a sensibilidade musical, a fim de tornar o aluno capaz de identificar aspectos musicais e se apropriar destes, tornando o seu “fazer musical” cada vez mais expressivo e significativo.
Paralelamente a esse processo, o professor poderá também desenvolver os aspectos técnicos básicos dos instrumentos, com o propósito de que o aluno compreenda o processo de musicalização e aplique as técnicas em suas práticas.
Para contemplar a notação musical, o professor poderá propor exercícios direcionados para a notação musical (registro gráfico dos sons) não tradicional, solicitando a criação de símbolos/sinais ou desenhos, a serem realizados no caderno ou outro suporte, que representem os sons curtos, longos ou que caminhem de modo ascendente ou descendente (isto é, que vão do grave para o agudo ou do agudo para o grave, respectivamente), ou contemplando a notação musical tradicional, por meio da leitura e estudo dos principais sinais gráficos que podem aparecer em uma partitura, ou seja, as claves (as mais comuns - Fá e Sol); a armadura de clave; o compasso; as figuras de tempo (semibreve, mínima, semínima, colcheia, semicolcheia, fusa e semifusa); as figuras de pausa (elas têm os mesmos nomes das figuras de tempo); o bequadro.
Sobre o canto coral, é relevante considerar-se que ele pode variar muito em sua forma e textura, podendo ter duas, três, quatro, cinco, dez e até mais vozes, deste modo, o professor precisará classificar as vozes (timbre), conforme as capacidades físicas e técnicas de cada aluno, as características e disposição do grave ou agudo.
Os cuidados com a voz são fundamentais para ocorrer uma boa emissão sonora, assim alguns princípios básicos para uma boa emissão sonora são: higiene e saúde vocal, preservando as cordas vocais de hábitos prejudiciais como falar demais, gritar entre outros. O meio ambiente também pode influenciar na saúde vocal, pois a poluição do ar, ambientes muito ruidosos, clima muito seco, ambientes com ar condicionado, podem dificultar o ato de cantar.
Tendo em vista o exposto anteriormente, é necessário que o professor organize espaços adequados à aprendizagem das técnicas do Canto coral. Orienta-se deste modo, o desenvolvimento de práticas como aquecimento corporal e vocal, de exercícios e técnicas de respiração e afinação e leitura musical em conjunto. O coro pode apresentar-se sozinho ou acompanhado por instrumentistas ou orquestra, como se observa na imagem a seguir:
Uma vez composto o coro, a equipe gestora da instituição poderá organizar momentos para os alunos apresentarem-se na própria escola, ou em espaços públicos, para a comunidade local.
A fruição é outro aspecto essencial na aprendizagem musical, portanto, o professor não pode abrir mão de explorar a música oriental, ocidental, world music, contemporânea, popular e erudita, além dos diferentes estilos e gêneros musicais (como MPB, samba, rock, dentre outros), colaborando desta maneira para a ampliação do repertório musical dos alunos. Deste modo, cabe a equipe gestora organizar um espaço na escola e disponibilizar os recursos tecnológicos para a audição de músicas e a projeção de concertos musicais.
8.3.3.1 -Organização dos Conteúdos - Música
O Laboratório de Música contempla o estudo dos instrumentos Flauta e/ou Violão, bem como a prática de Canto Coral. Nas tabelas apresentadas em anexo, constam conteúdos para desenvolver exercícios e práticas musicais. Nas instituições de ensino os conteúdos serão desenvolvidos, conforme a realidade, recursos e instrumentos musicais disponíveis em cada unidade escolar.
Sugestões de músicas do folclore e domínio público
O cancioneiro popular é perfeito porque as crianças já conhecem o ritmo, facilitando a afinação do coral.
"Alecrim Dourado": Letra poética e suave. Na flauta, usa notas básicas. No violão, usa apenas 3 acordes simples (geralmente D, A7 e G).
"Asa Branca" (Luiz Gonzaga): Uma aula de história e geografia do Brasil em forma de música. A melodia na flauta é muito intuitiva (passo a passo) e o violão mantém um ritmo de baião confortável.
"Peixe Vivo": Ótima para trabalhar dinâmica de coral (forte e piano).
Grupo sugerido: Palavra Cantada
"Criança Não Trabalha": Uma letra com forte conteúdo social e educativo sobre os direitos da infância. A estrutura de lista da letra facilita a divisão do coral (um grupo canta uma palavra, outro responde)
"Sopa": Divertida e cumulativa ("O que é que tem na sopa do neném?"). O coral se diverte e o violão dita o ritmo percussivo.

Fonte: Escola Municipal Robert Francis Kennedy

Fonte: Escola Municipal da Transparência

Fonte: Escola Municipal da Transparência
Infantil IV
Elementos Formais
- Altura — sons graves e agudos.
- Duração — sons longos e curtos.
- Timbre — característica do som.
- Intensidade — sons fortes e fracos.
- Densidade — muitos sons simultaneamente.
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Fontes sonoras: sons do corpo, dos objetos, instrumentos.
- Sons, silêncio e ruídos. Ritmo.
- Melodia.
- Paisagem sonora (sons naturais, humanos, industriais ou tecnológicos).
- Execução musical (imitação). Percepção e produção sonora.
- Instrumentos: diferentes instrumentos musicais convencionais e não convencionais.
- Sonoplastia.
- Canto.
Movimentos / Gêneros Musicais / Arte Integrada
- Estilos e gêneros musicais diversos: samba, pagode, forró, jazz, rock, música eletrônica, musicais, MPB, dentre outros.
- Música Popular Brasileira, música regional, músicas do folclore, música indígena e música africana (apreciação).
Objetivos de Aprendizagem
- (EI03TS01) Utilizar sons produzidos por materiais, objetos e instrumentos musicais durante brincadeiras de faz de conta, encenações, criações musicais, festas.
- (PR.EI04AR08) Escutar sons do entorno e estar atento ao silêncio.
- (PR.EI04AR09) Perceber os sons da natureza e reproduzi-los: canto dos pássaros, barulho de ventania, som da chuva e outros, em brincadeiras, encenações e apresentação.
- (PR.EI04AR10) Produzir sons com materiais alternativos: garrafas, caixas, pedras, madeira, latas e outros durante brincadeiras, encenações e apresentações.
- (PR.EI04AR11) Escutar e produzir sons com instrumentos musicais.
- (PR.EI04AR12) Cantar canções conhecidas, acompanhando o ritmo com gestos ou com instrumentos musicais.
- (PR.EI04AR13) Explorar os sons produzidos pelo corpo, por objetos, por elementos da natureza e instrumentos musicais, percebendo os parâmetros do som (altura, intensidade, duração e timbre).
- (PR.EI04AR14) Participar de brincadeiras cantadas e coreografadas produzindo sons com o corpo e outros materiais.
- (PR.EI04AR15) Reconhecer elementos musicais básicos: frases, partes, elementos que se repetem etc.
- (PR.EI04AR16) Criar sons a partir de histórias (sonoplastia) e de diversos ritmos utilizando o corpo e materiais diversos.
- (PR.EI04AR17) Conhecer manifestações artísticas, canções ou instrumentos de sua região, comunidade, cultura local, nacional ou internacional.
- (PR.EI04AR18) Apreciar e valorizar a escuta de obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, da produção musical brasileira e de outros povos e países.
- (CVEL.EI04AR05) Participar de musicais, brinquedos cantados, teatros para reconhecer as qualidades sonoras.
- (PR.EI04AR19) Escutar a própria voz e de outras crianças em gravações.
- (CVEL.EI04AR04) Perceber os sons de instrumentos sonoros diversos, reproduzir criações musicais, imitando e inventando diferentes sons.
Infantil V
Elementos Formais
- Altura — sons graves e agudos.
- Duração — sons longos e curtos.
- Timbre — característica do som.
- Intensidade — sons fortes e fracos.
- Densidade — muitos sons simultaneamente.
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Fontes sonoras: sons do corpo, dos objetos, instrumentos.
- Sons, silêncio e ruídos. Ritmo.
- Melodia.
- Harmonia.
- Paisagem sonora (sons naturais, humanos, industriais ou tecnológicos).
- Execução musical (imitação). Percepção e produção sonora.
- Instrumentos: diferentes instrumentos musicais convencionais e não convencionais.
- Sonoplastia.
- Canto.
Movimentos / Gêneros Musicais / Arte Integrada
- Estilos e gêneros musicais diversos: samba, pagode, forró, jazz, rock, música eletrônica, musicais, MPB, dentre outros.
- Música Popular Brasileira, música regional, músicas do folclore, música indígena e africana (apreciação).
Objetivos de Aprendizagem
- (EI03TS01) Utilizar sons produzidos por materiais, objetos e instrumentos musicais durante brincadeiras de faz de conta, encenações, criações musicais, festas.
- (PR.EI05AR09) Reconhecer canções e as características que marcam eventos específicos de sua rotina ou de seu grupo.
- (PR.EI05AR10) Reconhecer alguns elementos musicais básicos: frases, partes, elementos que se repetem.
- (PR.EI05AR11) Apreciar a escuta de obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, da produção musical brasileira e de outros povos e países.
- (PR.EI05AR12) Participar de execução musical utilizando e reconhecendo alguns instrumentos musicais de uma banda.
- (CVEL.EI05AR05) Perceber possibilidades vocais e instrumentais a fim de produzir diferentes sons com materiais alternativos.
- (PR.EI05AR13) Perceber os sons da natureza e reproduzi-los: canto dos pássaros, barulho de ventania, som da chuva e outros.
- (PR.EI05AR14) Explorar os sons produzidos pelo corpo, por objetos, por elementos da natureza e por instrumentos musicais, percebendo os parâmetros do som (altura, intensidade, duração e timbre).
- (PR.EI05AR15) Imitar, inventar e reproduzir criações musicais.
- (PR.EI05AR16) Conhecer e participar de brincadeiras cantadas e coreografadas, cantigas de rodas ou instrumentos musicais produzindo sons com o corpo e outros materiais.
- (CVEL.EI05AR06) Conhecer canções, brincadeiras cantadas, cantigas de rodas ou instrumentos musicais que são típicos de sua cultura ou de outras.
- (CVEL.EI05AR07) Diferenciar possibilidades musicais, percebendo diferentes sons e ritmos, em instrumentos sonoros diversos.
1º ano
Elementos Formais
- Som — altura (grave e agudo).
- Duração (longo e curto).
- Intensidade (forte e fraco).
- Timbre (voz e instrumentos).
- Densidade (poucos ou muitos sons).
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Ritmo (binário).
- Sons e silêncio.
- Andamento (rápido e lento).
- Composição: instrumental, vocal à capela, música mista.
- Fontes sonoras: voz, corpo, objetos do cotidiano e instrumentos.
- Técnicas: canto coral (voz falada, voz cantada, respiração, percepção da pulsação, subdivisão em grave e agudo).
- Instrumentos — Flauta: classificação do instrumento (de sopro), exploração das notas musicais; tipos/variedades de flauta (zurna, flauta transversal, transverso barroco, flautim, flauta doce, bansuri, shakuhachi, entre outras); técnicas do instrumento (respiração, postura corporal, posição das mãos e dedos, embocadura).
- Instrumentos — Violão: classificação do instrumento (de corda), exploração das notas musicais; tipos/variedades de violão (violão clássico, violão folk, violão flat, violão jumbo, violão 7 cordas, violão 12 cordas e outros); técnicas do instrumento (postura corporal, posição das mãos e dedos).
- Sonorização de histórias. Cantigas de roda, brincadeiras cantadas e rítmicas.
- Partitura não convencional: representações dos sons por meio de desenhos, sinais gráficos e objetos.
Movimentos / Gêneros Musicais / Arte Integrada
- Popular, folclórica e músicas-cantigas infantis.
- Música étnica (música indígena e africana).
- Música instrumental. Música brasileira.
- Instrumentos antigos (na pré-história e nas antigas civilizações).
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EF15AR13.D.1.46) Assistir e analisar diferentes espetáculos musicais, presencialmente e/ou por meio de vídeos, ou outros aparelhos audiovisuais, para conhecer os diferentes gêneros musicais populares e eruditos.
- (EF15AR14) Perceber e explorar os elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos, brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical.
- (CVEL.EF01AR04) Vivenciar em música seus elementos constitutivos através de canções curtas que fazem parte do cotidiano das crianças.
- (CVEL.EF01AR05) Criar diferentes fontes sonoras (corpo, instrumento, objetos, entre outras), e as técnicas de composição (instrumental, vocal e mista), por meio de jogos e brincadeiras, percebendo suas qualidades sonoras, para introduzi-los em suas improvisações e composições sonoras.
- (EF15AR16) Explorar diferentes formas de registro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas etc.), bem como procedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e reconhecer a notação musical convencional.
- (CVEL.EF01AR06) Vivenciar o processo de criação por meio da sonorização de histórias, das brincadeiras musicais, da apropriação e da incorporação dos sons e ritmos estudados, para perceber a intencionalidade desse processo e objetivar sua expressividade.
2º ano
Elementos Formais
- Som — altura (grave e agudo).
- Duração (longo e curto).
- Intensidade (forte e fraco).
- Timbre (voz e instrumentos).
- Densidade (poucos ou muitos sons).
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Ritmo.
- Melodia.
- Sons e silêncio.
- Andamento (rápido e lento).
- Composição: instrumental, vocal à capela, música mista.
- Fontes sonoras: voz, corpo, objetos do cotidiano e instrumentos.
- Técnicas: canto coral (voz falada, voz cantada, respiração, percepção da pulsação, subdivisão em grave e agudo), audição interna e memória musical, repetição, contraste, variação.
- Instrumentos — Flauta: técnicas do instrumento (respiração, postura corporal, posição das mãos e dedos, embocadura); exploração das notas musicais.
- Instrumentos — Violão: técnicas do instrumento (postura corporal, posição das mãos e dedos); exploração das notas musicais.
- Improvisação livre, individual e coletiva, e sonorização de histórias.
- Partitura não convencional: representações dos sons por meio de desenhos, sinais gráficos e objetos.
Movimentos / Gêneros Musicais / Arte Integrada
- Folclórica e músicas infantis.
- Música étnica (música indígena e africana).
- Música Popular Regional (sertanejo, gauchesca e country).
- Música clássica. Música brasileira.
- Instrumentos antigos (na pré-história e nas antigas civilizações).
- Músicas de festas, lendas e músicas da antiguidade: costumes, modos de fazer e formas musicais de expressividade.
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EF15.AR.D.1.51) Assistir e analisar diferentes espetáculos musicais, presencialmente e/ou pelos canais de comunicação e/ou aparelhos audiovisuais, para conhecer os diferentes gêneros musicais populares e eruditos.
- (PR.EF15.AR.D.2.30) Conhecer gêneros musicais variados, percebendo a diversidade existente no repertório musical brasileiro.
- (EF15AR15) Explorar fontes sonoras diversas, como as existentes no próprio corpo (palmas, voz, percussão corporal), na natureza e em objetos cotidianos, reconhecendo os elementos constitutivos da música e as características de instrumentos musicais variados.
- (EF15AR16) Explorar diferentes formas de registro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas etc.), bem como procedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e reconhecer a notação musical convencional.
- (CVEL.EF02AR05) Vivenciar o processo de criação por meio da sonorização de histórias, brincadeiras musicais, da apropriação e incorporação dos sons e ritmos estudados, para perceber a intencionalidade desse processo e objetivar sua expressividade.
- (EF15AR17) Experimentar improvisações, composições e sonorização de histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo.
3º ano
Elementos Formais
- Som — altura (grave e agudo).
- Duração (longo e curto).
- Intensidade (forte e fraco).
- Timbre (voz e instrumentos).
- Densidade (poucos ou muitos sons).
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Ritmo (binário e ternário). Melodia e harmonia.
- Ruídos e silêncio. Compasso.
- Composição: instrumental, vocal à capela, música mista, formas musicais e música de rua, música em ambientes fechados.
- Fontes sonoras: voz, corpo, objetos do cotidiano e instrumentos.
- Técnicas: canto coral (voz falada, voz cantada, respiração, percepção da pulsação, subdivisão em grave e agudo), audição interna e memória musical, repetição, contraste, variação e tipos de coro.
- Instrumentos — Flauta: técnicas do instrumento (respiração, postura corporal, posição das mãos e dedos, embocadura); exploração das notas musicais; partes da flauta doce e montagem da flauta doce; prática de flauta doce (cantigas de roda).
- Instrumentos — Violão: técnicas do instrumento (postura corporal, posição das mãos e dedos); exploração das notas musicais; prática de violão (sequência sonora).
- Improvisação livre, individual e coletiva.
- Sonorização de histórias.
- Partitura musical (noções básicas).
Movimentos / Gêneros Musicais / Arte Integrada
- Música clássica e erudita.
- Música Popular Regional (sertanejo, gauchesca, country, entre outras).
- Música Popular Brasileira (MPB, gospel, sertanejo, gauchesco e country).
- Rock, marchas e valsas. Música Moderna Brasil — flautistas e violinistas brasileiros.
- Museus nacionais de música (instrumentos musicais).
- Músicos e bandas que exploram os recursos tecnológicos nos processos de criação.
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EF15AR.D.1.52) Assistir e analisar diferentes espetáculos musicais, presencialmente e/ou pelos canais de comunicação e/ou aparelhos audiovisuais, para conhecer os diferentes gêneros musicais populares e eruditos.
- (EF15AR14) Perceber e explorar os elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos, brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical.
- (CVEL.EF03AR08) Compreender e vivenciar, por meio de brincadeiras, os elementos da música (pulso, ritmo, melodia, andamento e dinâmica).
- (PR.EF15AR.N.3.39) Vivenciar, cantar músicas, executar jogos e brincadeiras cantadas, do repertório musical brasileiro, identificando gêneros musicais variados, percebendo a diversidade existente.
- (EF15AR16) Explorar diferentes formas de registro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas etc.), bem como procedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e reconhecer a notação musical convencional.
- (EF15AR17) Experimentar improvisações, composições e sonorização de histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo.
- (CVEL.EF03AR09) Vivenciar o processo de criação por meio da sonorização de histórias, brincadeiras musicais, da apropriação e incorporação dos sons e ritmos estudados, para perceber a intencionalidade desse processo e objetivar sua expressividade.
4º ano
Elementos Formais
- Som — altura (grave e agudo).
- Duração (longo e curto).
- Intensidade (forte e fraco).
- Timbre (voz e instrumentos).
- Densidade (poucos ou muitos sons).
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Ritmo (binário e ternário). Melodia e harmonia.
- Ruídos, pausas e silêncio. Compasso.
- Composição: instrumental, vocal à capela, música mista, formas musicais e música de rua, música em ambientes fechados.
- Fontes sonoras: voz, corpo, objetos do cotidiano e instrumentos.
- Técnicas: canto coral (voz falada, voz cantada, respiração, percepção da pulsação, subdivisão em grave e agudo), audição interna e memória musical, repetição, contraste, variação e tipos de coro.
- Instrumentos — Flauta: técnicas do instrumento (respiração, postura corporal, posição das mãos e dedos, embocadura); exploração das notas musicais; partes da flauta doce e montagem da flauta doce; conservação do instrumento; leitura das notas na pauta e na flauta doce; prática de flauta doce (cantigas de roda e outros gêneros).
- Instrumentos — Violão: técnicas do instrumento (postura corporal, posição das mãos e dedos); exploração das notas musicais; partes que compõem o violão; conservação do instrumento; leitura das notas na pauta e no violão; prática de violão (sequência sonora).
- Improvisação dirigida. Sonorização de histórias.
- Partitura musical (noções básicas).
Movimentos / Gêneros Musicais / Arte Integrada
- Música clássica e erudita.
- Música Popular Regional (sertanejo, gauchesca, country, entre outras).
- Música Popular Brasileira (MPB, gospel, sertanejo, gauchesco e country).
- Rock, bossa nova.
- Música Moderna Brasil — flautistas e violinistas brasileiros.
- Música contemporânea. Indústria cultural.
- Museus nacionais de música (instrumentos musicais).
- Músicos e bandas que exploram os recursos tecnológicos nos processos de criação.
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EF15AR.D.1.12) Assistir e analisar diferentes espetáculos musicais, presencialmente e/ou pelos canais de comunicação e/ou aparelhos audiovisuais, para conhecer os diferentes gêneros musicais populares e eruditos.
- (PR.EF15AR.D.1.13) Vivenciar a produção musical com o contexto social em tempos e espaços e sua função social.
- (PR.EF15AR.N.4.15) Representar e realizar brincadeiras musicais com diferentes ritmos que tenham esses acentos (binário/marcha; ternário/valsa, entre outros).
- (CVEL.EF04AR06) Compreender os elementos da música: pulso, ritmo, melodia, andamento e dinâmica em roteiros de paisagens sonoras e repertório variado.
- (CVEL.EF04AR07) Vivenciar e cantar músicas do repertório musical brasileiro.
- (PR.EF15AR.N.4.44) Participar e analisar as produções realizadas em grupo e do repertório musical, vivenciado em atividades escolares, utilizando diferentes formas de registro.
- (CVEL.EF04AR08) Criar e representar os sons por meio de desenhos, sinais, gestos, palmas, batidas de pés etc.
- (EF15AR17) Experimentar improvisações, composições e sonorização de histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo.
- (CVEL.EF04AR09) Experimentar, registrar e compartilhar improvisações e produções musicais variadas criadas pelas crianças.
- (CVEL.EF04AR10) Vivenciar o processo de criação por meio da sonorização de histórias, brincadeiras musicais, da apropriação e incorporação dos sons e ritmos estudados, para perceber a intencionalidade desse processo e objetivar sua expressividade.
5º ano
Elementos Formais
- Som.
- Altura (grave e agudo).
- Duração (longo e curto).
- Intensidade (forte e fraco).
- Timbre (voz e instrumentos).
- Densidade (poucos ou muitos sons).
Composição / Processos de Criação e Técnicas
- Ritmo (binário e ternário). Melodia e harmonia.
- Ruídos, pausas e silêncio. Compasso.
- Composição: instrumental, vocal à capela, música mista, formas musicais e música de rua, música em ambientes fechados.
- Fontes sonoras: voz, corpo, objetos do cotidiano e instrumentos.
- Técnicas: canto coral (voz falada, voz cantada, respiração, percepção da pulsação, subdivisão em grave e agudo), audição interna e memória musical, repetição, contraste, variação, tipos de coro.
- Instrumentos — Flauta: técnicas do instrumento (respiração, postura corporal, posição das mãos e dedos, embocadura); exploração das notas musicais; partes da flauta doce e montagem da flauta doce; conservação do instrumento; leitura das notas na pauta e na flauta doce; prática de flauta doce (cantigas de roda); assinatura sonora.
- Instrumentos — Violão: técnicas do instrumento (postura corporal, posição das mãos e dedos); exploração das notas musicais; partes que compõem o violão; conservação do instrumento; leitura das notas na pauta e no violão; prática de violão (sequência sonora).
- Assinatura sonora. Improvisação dirigida. Sonorização de histórias.
- Partitura musical (noções básicas).
Movimentos / Gêneros Musicais / Arte Integrada
- Música clássica e erudita. Ópera e orquestra.
- Música Popular Regional (sertanejo, gauchesca, country, entre outras).
- Música Popular Brasileira (MPB, gospel, sertanejo, gauchesco e country).
- Rock, bossa nova.
- Música Moderna Brasil — flautistas e violinistas brasileiros.
- Música contemporânea. Indústria cultural.
- Museus nacionais de música (instrumentos musicais).
- Músicos e bandas que exploram os recursos tecnológicos nos processos de criação.
Objetivos de Aprendizagem
- (PR.EF15AR.N.5.50) Conhecer sobre as características das músicas produzidas pela indústria cultural.
- (CVEL.EF05AR08) Compreender os elementos da música: pulso, ritmo, melodia, andamento e dinâmica em roteiros de paisagens sonoras e repertório variado.
- (CVEL.EF05AR09) Conhecer músicas de concerto do mundo (música composta para balé, para dançar, para contar histórias, entre outras).
- (CVEL.EF05AR10) Cantar músicas do repertório musical brasileiro.
- (PR.EF15AR.N.1.26) Analisar as produções realizadas em grupo e do repertório musical vivenciado em atividades escolares, utilizando diferentes formas de registro.
- (CVEL.EF05AR11) Refletir sobre diferentes possibilidades de registro voltadas à grafia não convencional.
- (CVEL.EF05AR12) Experimentar, registrar e compartilhar improvisações e produções musicais variadas produzidas pelas crianças.
- (CVEL.EF05AR13) Vivenciar o processo de criação por meio da sonorização de histórias, brincadeiras musicais, da apropriação e incorporação dos sons e ritmos estudados, para perceber a intencionalidade desse processo e objetivar sua expressividade.
8.5 Avaliação
A avaliação no contexto da EITI, será realizada de forma contínua, processual, permanente e cumulativa, partindo dos conhecimentos empíricos e possibilitando, gradativamente, às crianças a apreensão do saber científico, adquirido por meio da mediação realizada pelo professor. Nessa perspectiva, compete ao professor ter clareza dos objetivos ao avaliar o processo de ensino e de aprendizagem, bem como dos pressupostos que orientam sua prática pedagógica.
A avaliação constitui uma ferramenta no âmbito educacional e tem por finalidade averiguar se as práticas desenvolvidas em sala de aula estão possibilitando o alcance dos objetivos propostos (Müller, 2023, p. 77).
Esses objetivos devem contemplar a apropriação dos conteúdos definidos pelo Currículo para a Rede Pública Municipal de Ensino de Cascavel, os quais, no Componente Curricular Arte, orientam para o desenvolvimento da sensibilidade estética e da consciência da realidade, mediante a apreensão das técnicas, dos modos de compor e de seus significados, e, sobretudo, pela experiência da produção artística.
A avaliação pode ocorrer por meio de técnicas realizadas pela criança, do acompanhamento do processo de criação, de questionamentos e reflexões dirigidos à criança após atividades de leitura de obras, de dinâmicas individuais ou coletivas, bem como de debates, sínteses, relatórios de visitas a museus e exposições, encenações, coreografias, fruição de obras de colegas e de artistas consagrados, além de apresentações de espetáculos de teatro e música. Avaliar significa evidenciar, para a criança, os conhecimentos adquiridos e, para o professor, os conteúdos socializados.
O processo avaliativo ocorrerá de maneira formal e informal. É fundamental considerar o que a criança conseguiu apropriar, seus avanços e as formas pelas quais expressa o que aprendeu.
Destaca-se a relevância de oportunizar à criança a exposição dos conhecimentos adquiridos em diferentes formas de expressão, bem como as relações que estabelece entre o objeto do conhecimento e sua realidade.
Por fim, é imprescindível possibilitar às crianças o acesso ao universo da Arte, promovendo a valorização da função social do artista e da Arte como elementos capazes de contribuir para a transformação da realidade e das práticas sociais.
Em síntese, a avaliação em Arte no Laboratório da EITI, tem função diagnóstica, que será realizada de modo processual, contínuo, permanente e cumulativo, tendo, como ponto de partida, os conhecimentos artísticos construídos historicamente pelo homem e expressos na escola como conteúdos escolares; e, como ponto de chegada, a apreensão desses conteúdos pelos alunos a partir da sistematização e mediação feita pelo professor na relação processual de ensino e de aprendizagem, constituindo-se uma relação de intersubjetividade entre aluno e professor, na qual ambos são sujeitos concretos e pertencentes a uma classe social.
Nesse contexto, o professor tem a função de avaliar o processo de ensino e de aprendizagem e, para que isso ocorra, precisa ter clareza dos pressupostos que orientam sua prática pedagógica, ter consciência da finalidade de seu trabalho, a quem ele serve, a quem ele interessa e para quê. A avaliação também apresenta uma função diretiva, baseada na reflexão e no questionamento da práxis artística. A produção artística do aluno é apenas parte desse processo, não representando a sua totalidade, mas o movimento de busca dessa totalidade.
No contexto da EITI, a avaliação levará em conta os processos artísticos dos alunos, ou seja,às vivências e ás experiência com as diferentes linguagens da Arte: Artes Visuais, Música e Teatro. Deste modo, sugere-se como instrumentos avaliativos:
Portifólio e Diário (Laboratório de Artes Visuais);
Relatórios que descrevam os processos vividos pelos alunos ( Laboratório de Artes Visuais);
Produção Artística ( Laboratório de Artes Visuais);
Ficha Individual que descreve o processo vivido na linguagem teatral ( Laboratório de Teatro);
Figurinos e Adereços (Laboratório de Teatro);
Gravação de Atividades relacionadas ao saber musical (Laboratório de Música);
Produção de objetos sonoros ( Laboratório de Música);
Salienta-se que a opção pelo instrumento avaliativo relaciona-se diretamente com os objetivos de aprendizagem e com a oferta dos Laboratórios em cada instituição (Ex: no caso de a escola ter somente flautas, o professor enquanto não ter violões disponíveis, ofertará aulas de flautas), portanto o professor tem autonomia para listá-los em seu planejamento conforme sua realidade.
8.6 Referências
- BOGÉA. D. T. R. Uma doce melodia: Educação Musical através da Flauta Doce. Universidade Federal do Maranhão. Disponível em: https://sigaa.ufma.br › sigaa › verProducao
- BRITO, T. A. Música na Educação Infantil. São Paulo: Peirópolis, 2003.
- BUSS, A. C. G; LIMA, M. O; ROCHA, E. C. S;: As linguagens da Arte na Educação Infantil: experiências e vivências humanizadoras. In: LAZZARETTI, L. M.; SCHMITT, S. L.; [Orgs.] Didática na Educação Infantil: possibilidades educativas com bebês e crianças pequenas. São Carlos: Pedro & João Editores, 2024.
- CANCLINI, N. G. A socialização da arte: teoria e prática na América Latina. 2. ed. São Paulo: Cultrix,1984.
- CASCAVEL. Secretaria Municipal de Educação. Currículo para a Rede Pública Municipal de Ensino de Cascavel: Volume I: Educação Infantil. Cascavel: SEMED, 2020a.
- CASCAVEL. Secretaria Municipal de Educação. Currículo para a Rede Pública Municipal de Ensino de Cascavel: Volume II: Ensino Fundamental - Anos Iniciais. Cascavel: SEMED, 2020b.
- DENARDI, Christiane. O ensino da arte nas escolas e sua função na sociedade contemporânea. 2007. Disponível https://pt.scribd.com/document/226022449/o-Ensino-Da-Arte-Nas-Escolas-e-Sua- Funcao-Na-Sociedade-Contemporanea Acesso em: 20/10/2023.
- FERRAZ, M. H. C. de T.; FUSARI, M. F. de R. Metodologia do ensino da Arte. 2 ed. São Paulo: Cortez, 1999.
- FIDALGO, O. J., MACEDO, M., TOURINHO, C.. Propostas e atividades para a iniciação musical e ensino coletivo de violão para crianças entre 7 e 11 anos. XXIV Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música – São Paulo – 2014. Disponivel em: https://anppom.org.br/anais/anaiscongresso_anppom_2014/2988/public/2988-9715-1-PB.pdf
- FISCHER, E. A necessidade da arte. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2007.
- MULLER, M. A. Programas PNAIC, ABC e Educa Juntos: Um olhar para a alfabetização. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Programa de Pós-Graduação em Educação. Cascavel, Pr, 2023.
- MULLER, M. A. Caderno Pedagógico: Possibilidades de ações de Ensino. Arte. 1º ao 5º ano. Ensino Fundamental. Cascavel, Pr. Semed. 2025.
- PIMENTEL, L. G. Processos artísticos como metodologia de pesquisa. Revista ouvir ou ver.
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- https://www.inhotim.org.br/item-do-acervo/yayoi-kusama/
- https://www.artequeacontece.com.br/obra-interativa-de-yayoi-kusama-oferece-diversao-para-a- familia-toda/https://www.archdaily.com.br/br/01-38560/instalacao-interativa-para-criancas-the-obliteration-room- yayoi-kusama
- https://clickmuseus.com.br/a-arte-de-jackson-pollock-caos-e-beleza-em-uma-pincelada/https://www.todamateria.com.br/jackson-pollock/
- https://acasatombada.com.br/livro-de-artista-indicial-e-mostra-colecao-ambulante-de-edith-derdyk/https://www.p55.art/blogs/p55-magazine/who-was-bridget-riley
- https://www.antoniopoteiro.com.br/o-instituto



